Gestão de Negócios

7 erros comuns ao lidar com informações sigilosas empresariais

Escrito por SONDA

No contexto atual, garantir segurança e confidencialidade para informações sigilosas empresariais é obrigação de qualquer gestor. Com a constante transformação tecnológica e a acirrada competitividade do mundo corporativo, além de iniciativas mal-intencionadas no ambiente digital, as organizações devem colocar a proteção contra ameaças internas e externas aos próprios dados como prioridade.

Na era da informação, as empresas precisam aliar gestão do conhecimento e TI para se posicionarem adequadamente às necessidades contemporâneas. Estamos falando de respostas rápidas aos anseios dos clientes, de mudanças ágeis feitas com fundamentos precisos, de previsão de cenários, entre outras diversas possibilidades.

Atualmente, com a informação sendo considerada um importante ativo empresarial, certas atitudes da alta direção podem comprometer o patrimônio do negócio. Melhor se precaver, certo? Então confira agora mesmo 7 erros cometidos nas companhias envolvendo informações sigilosas empresariais!

1. Não investir em Tecnologia da Informação

Nos dias de hoje, muita gente já tem consciência da importância de se contar com videomonitoramento, fechadura digital, sistema de alarme e outros recursos similares em casa. Entretanto, quando se trata de proteger as informações da empresa, diversos gestores ainda ficam com o pé atrás na hora de investir em infraestrutura.

Como o fluxo de dados nem sempre é algo visível, a impressão que fica é de que a companhia consegue se virar com eficiência sem dispor de sistemas de última geração. Contudo, o que esse erro esconde é a vulnerabilidade da empresa a ataques externos, vindo de pessoas e grupos mal-intencionados, que agem de modo a capturar informações sigilosas empresariais e, assim, gerar prejuízos — financeiros ou à imagem da organização.

E se a base de dados dos clientes do negócio fosse acessada por indivíduos estranhos à empresa? Fazendo uma rápida pesquisa na internet, você encontrará facilmente casos de organizações renomadas que passaram por situações semelhantes, com consequente dano à reputação do empreendimento — visto que vários veículos de comunicação divulgam o ocorrido.

No caso de uma companhia de capital aberto, um acontecimento desse tipo sem dúvida afeta a percepção dos investidores sobre o negócio. Já para uma empresa prestadora de serviços, uma falha de segurança pode amedrontar potenciais clientes e, assim, repelir vendas.

2. Não usar softwares originais

Na constante busca pela redução de custos, muitas empresas se rendem à pirataria, implementando sistemas não licenciados. O problema é que, nesse caso, a aparente economia pode camuflar um possível roubo de dados ou ainda expor a organização a ataques cibernéticos.

Com o uso de software pirata, a empresa deixa de ter qualquer tipo de suporte ou de atualização, bem como corre o risco de que as operações não sejam realizados com o nível de excelência exigido. Isso sem sequer mencionar os danos legais e os prejuízos causados à imagem institucional graças a tal prática.

3. Não ter uma política de segurança da informação

Esperar que algo de ruim aconteça com informações sigilosas empresariais para só depois tomar uma atitude concreta pode custar bem caro para a organização. Como parte do gerenciamento de risco e também da gestão do conhecimento, a companhia deve elaborar uma política de segurança da informação, com regras bem definidas, que protejam os dados e o capital intelectual do negócio.

Tal ordenamento deve refletir as boas práticas gerais do mercado, bem como aspectos peculiares do segmento da companhia. Com essa política, a empresa deve reconhecer que as informações sigilosas são componentes estratégicos do negócio e, por isso, devem ser tratadas com total zelo, em prol da continuidade da organização no longo prazo.

4. Não treinar os colaboradores

Em uma visão moderna de administração, já faz tempo que as empresas se deram conta que são sistemas abertos, com seus respectivos inputs e outputs. Com essa permanente troca de informações e recursos com o meio externo, surge a possibilidade de que algo vaze por meio do descuido de algum colaborador. Para evitar esse tipo de situação, é indispensável que as companhias treinem seus times a respeito da política de segurança da informação.

Saiba desde já: não basta simplesmente incluir no contrato uma cláusula de confidencialidade e a exigência de uma eventual quarentena para profissionais que deixam a empresa. Indo além, é necessário que o zelo pelas informações sigilosas faça parte da cultura organizacional!

5. Não definir critérios de acesso a dados sigilosos

Se, por um lado, os colaboradores devem ser treinados para proteger o conhecimento e os dados da organização, por outro, é preciso estabelecer critérios diferenciados de acesso às informações. Afinal, se um profissional atua no plano tático, dados do plano estratégico nem sempre o interessarão.

Apenas com um software customizável é possível definir níveis distintos de uso, de acordo com o nível hierárquico de cada cargo. Evita-se, desse modo, que as informações fiquem vulneráveis, podendo cair em mãos erradas.

6. Não registrar alterações em sistemas

No gerenciamento de riscos das companhias devem existir níveis de criticidade que compreendam determinados acontecimentos e abranjam respectivos planos de ação. Além disso, é necessário manter o registro de quem acessou, copiou ou modificou quaisquer informações.

Com essa documentação, a organização consegue ter mais controle sobre a movimentação dos dados e, assim, evita que uma informação sigilosa venha a público. Tal registro, aliado ao uso da assinatura digital, contribui para que a empresa possa se precaver contra falsificações e tentativas de deturpação dos conteúdos armazenados.

7. Não providenciar auditorias periódicas

Para garantir a qualidade de armazenamento dos dados, é indispensável que a empresa faça auditorias interna e externa periodicamente. Dessa maneira, é possível avaliar os padrões de segurança e prevenir falhas que possam colocar em risco informações sigilosas empresariais.

Como o avanço na área de Tecnologia da Informação é constante, a companhia deve se modernizar frequentemente para acompanhar as soluções de segurança do mercado e, ao mesmo tempo, proteger-se da criatividade e da ousadia de agentes mal-intencionados.

Agora que você já conhece 7 dos principais erros cometidos ao lidar com informações sigilosas empresariais, que tal ir além? Se quer saber mais sobre como garantir a segurança dos dados da sua empresa, aproveite para ler sobre o que fazer para identificar e minimizar falhas de segurança!

Sobre o autor

SONDA

A SONDA, maior companhia latino-americana de soluções e serviços de tecnologia, atua em 10 países com mais de 22 mil colaboradores e 5 mil clientes ativos. Em parceria com seus clientes, a SONDA acredita que com o uso de soluções tecnológicas é possível transformar seus negócios, permitindo conquistar eficiência e vantagem competitiva. Entendemos do seu negócio e sabemos fazer acontecer, contando com uma equipe altamente capacitada. Para mais informações, acesse www.sonda.com/br.

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