Gestão de Negócios

5 dicas para conseguir fazer a transição do modelo de negócio

Escrito por SONDA

Principalmente devido à transformação digital e à mudança no comportamento das pessoas, alterar o modelo de negócio tem se tornado uma ação cada vez mais recorrente nas empresas. Com o ritmo acelerado das transformações nos segmentos de mercado em que atuam, as companhias precisam de proatividade e resiliência não só para acompanhar as tendências como também para se adaptar definitivamente aos novos contextos da economia.

O detalhe é que, por mais que deixar de agir possa significar até a falência da organização, atuar de modo não planejado também pode representar riscos. Então o que fazer? Para ajudá-lo, listamos aqui 5 dicas sobre como efetuar uma mudança eficiente no modelo de negócio. Confira!

1. Faça um diagnóstico preciso do contexto

O modelo de negócio é item fundamental na criação e no desenvolvimento de qualquer empresa. Por ser um instrumento que propicia as condições necessárias à viabilidade econômica da organização, o modelo de negócio está intimamente ligado às funções da administração: planejar, organizar, dirigir e controlar.

Diferenciação no mercado, padronização de processos, relacionamento com o cliente, posicionamento na sociedade e obtenção de receita: esses são alguns dos elementos que devem constar em um modelo de negócio.

Por se tratar de uma característica que pode ser comparada à personalidade da organização, tal modelo precisa ser criado e modificado com bastante segurança por parte da empresa. E são vários os possíveis motivos que levam uma companhia a essa alteração, como mudanças em marcos regulatórios, escassez de matéria-prima, avanços nas tecnologias, novos hábitos dos consumidores, demandas não atendidas, entre outros.

Vale lembrar que, diante de fatores como esses, as organizações podem assumir posturas proativas como forma de se atualizar ou simplesmente reativas, correndo o risco de serem engolidas pelas transformações. Para aumentar as possibilidades de êxito de uma modificação no modelo de negócio, o ideal é que a empresa consiga prever os fatores que levariam a essa alteração no núcleo de sua atividade econômica.

Uma boa maneira de se planejar para as mudanças é por meio do uso de ferramentas de análise de cenário. Podemos citar como exemplo a conhecida matriz SWOT, por meio da qual é possível identificar as forças e fraquezas do ambiente interno da companhia, além das ameaças e oportunidades do contexto externo.

Com um diagnóstico preciso da situação atual e dos possíveis cenários futuros, a empresa pode efetuar uma mudança de modelo de negócio com muito mais segurança, sem se expor tanto a vulnerabilidades.

2. Trace um plano de ação efetivo

Agir por impulso, sem coordenação entre os agentes envolvidos em um processo de mudança e sem objetivos previamente definidos, pode se traduzir em um grande risco para a sobrevivência da empresa. Uma vez identificada a necessidade de mudança no modelo de negócio, a companhia deve traçar um plano de ação detalhado, envolvendo os níveis estratégico, tático e operacional na busca por uma única conquista: o sucesso na transição.

Nesse processo de modificação, é imprescindível que o novo modelo de negócio seja compartilhado entre todos os responsáveis por colocar essa revolução em prática. Cada um deve saber o papel que precisa exercer nessa mudança de rumo, bem como quais exigências terá que cumprir. Só assim é possível tirar a ideia do papel!

3. Evite imitar experiências de outras empresas

O sonho de consumo de muitas organizações é encontrar um modelo de negócio escalável, capaz de ser replicado com alto grau de acerto. No entanto, mesmo que tal status ofereça muitas vantagens, não se pode esquecer que chegar a esse nível requer vários testes, certo tempo e bastante aprendizado.

Na mudança de modelo de negócio, um dos maiores erros normalmente cometidos é querer imitar completamente os modos de atuação de outras empresas. O problema é que, como as realidades das organizações são distintas, as chances de equívocos em uma transição baseada na cópia são grandes. Por mais que o benchmarking possa trazer benefícios, o melhor é dispor de uma proposta de valor única, capaz de atrair e fidelizar a clientela.

4. Defina métricas de avaliação

Mexer no core business de uma empresa é uma decisão séria. Tão séria, aliás, que pode ser comparada a uma cirurgia no coração de uma pessoa ou ao conserto do motor de um carro. Então entenda: qualquer passo em falso pode representar erros irreversíveis para a situação financeira da companhia.

Para evitar equívocos graves durante a transição do modelo de negócio, a organização deve dispor de sistemas e ferramentas para captar e processar dados, além de gerar relatórios confiáveis para apoiar a tomada de decisão. Com o monitoramento das informações sendo feito, muitas vezes, em tempo real, o gestor consegue ser mais preciso nas escolhas dos rumos que a empresa vai seguir.

O acompanhamento cuidadoso da evolução dos dados permite que a organização controle a implementação do novo modelo de negócio, mensurando o impacto (geral e particular) das ações realizadas.

5. Esteja preparado para correções de rota

Obviamente, toda empresa quer acertar de primeira quando se trata de uma alteração significativa no modo de atuação — como a transição de práticas analógicas para digitais ou de processos isolados para integrados, a implantação de um novo posicionamento no mercado ou de novas linhas de produtos. Ainda assim, nem sempre é possível garantir que não surgirão contratempos.

Como a empresa não consegue controlar todas as variáveis envolvidas na transição, muitas vezes surge a necessidade de corrigir algumas ações antes que elas venham a efetivamente comprometer o desempenho da iniciativa. O ideal é, portanto, que a companhia se antecipe a movimentos que possam prejudicar a execução do projeto com o propósito de neutralizar aspectos negativos da mudança.

Nesse sentido, o apoio da tecnologia para monitorar as variáveis que influenciam no desempenho da alteração pode ser muito útil! Dessa forma, é possível oferecer agilidade na correção das rotas, com a empresa assumindo uma postura proativa na resolução de problemas e diminuindo consideravelmente o risco das mudanças.

Por falar em gestão empresarial, confira como é possível ganhar mais eficiência no seu negócio! Entenda o que é eficiência fiscal e como ela afeta as empresas!

 

Sobre o autor

SONDA

A SONDA, maior companhia latino-americana de soluções e serviços de tecnologia, atua em 10 países com mais de 22 mil colaboradores e 5 mil clientes ativos. Em parceria com seus clientes, a SONDA acredita que com o uso de soluções tecnológicas é possível transformar seus negócios, permitindo conquistar eficiência e vantagem competitiva. Entendemos do seu negócio e sabemos fazer acontecer, contando com uma equipe altamente capacitada. Para mais informações, acesse www.sonda.com/br.

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