Gestão de Negócios

5 maneiras de utilizar a Internet das Coisas no varejo

Escrito por SONDA

O setor de varejo está em constantes mudanças. Empresas investem continuamente em inovação, buscando novas formas de prospectar consumidores e manterem-se com alta lucratividade. Nesse cenário, manter-se competitivo é fundamental.

Para conseguir conquistar consumidores e fidelizar clientes e parceiros comerciais, várias abordagens podem ser adotadas. O investimento na Internet das Coisas (IoT, ou Internet of Things), por exemplo, otimiza a experiência de consumidores, além de reduzir custos e o número de erros operacionais. Integrado a outras tecnologias, o IoT impulsiona negócio e a geração de receitas.

Quer saber como isso é feito? Então veja abaixo 5 formas de utilizar a Internet das Coisas no varejo!

1. Monitorar o comportamento de consumidores

Os dispositivos da Internet das Coisas não estão apenas mudando a forma como pessoas vivem. As mudanças estão causando grandes impactos na indústria, tornando estratégias mais inteligentes e conectadas. Utilizando dados, empresas podem atender clientes com um direcionamento personalizado, identificando tendências com agilidade e precisão.

A experiência que uma pessoa possui dentro de uma loja está diretamente ligada às chances dela efetuar uma compra. Nesse sentido, a Internet das Coisas pode ser vista como uma oportunidade para empresas criarem um ecossistema de oportunidades, que conectam dispositivos a softwares para que consumidores consigam interagir em tempo real com a companhia dentro e fora das suas lojas.

Um exemplo de integração de dispositivos da Internet das Coisas com plataformas de vendas virtuais é o Amazon Echo Dot. Vendidos nos Estados Unidos, os pequenos botões são uma forma inovadora de vender produtos. Cada Dot representa um produto. Eles são adquiridos no site da empresa e permitem a compra de um item com apenas um clique.

Já os beacons de geolocalização melhoram o atendimento de consumidores dentro de lojas. Após instalar um aplicativo mobile em seu telefone ou smartwatch, por exemplo, o consumidor terá acesso a promoções exclusivas quando entrar em uma loja.

Ambos os casos tornam a experiência do consumidor mais simples e automatizada. A compra de qualquer item será simplificada, o que agiliza a conversão de cada cliente.

2. Tornar o marketing mais preciso

As informações coletadas em aplicativos mobile integrados a smartwatches, dispositivos como o Amazon Echo Dot ou mesmo sensores distribuídos dentro de lojas podem ser transformadas em estratégias de vendas precisas.

Integradas a ferramentas de Big Data, todas as interações de consumidores tornam-se novas oportunidades de negócio, seja pela otimização de serviços ou melhor direcionamento das abordagens comerciais.

Grandes redes de lojas já utilizam a Internet das Coisas para identificar a melhor forma de posicionar produtos. Avaliando a movimentação de cada perfil de consumidor, um gerente conseguirá modificar o layout de todas as mercadorias.

Assim, dando destaques a itens com maior saída ou com um grande valor agregado, os lucros obtidos em médio e longo prazo são ampliados mais facilmente.

3. Otimização do estoque

Um estoque mal gerenciado pode gerar grandes custos para uma empresa. Nesse sentido, a Internet das Coisas auxilia profissionais a rastrearem a saída de produtos, identificar quais itens estão próximos da sua data de vencimento e armazenar mercadorias em uma quantidade próxima da demanda.

Sensores localizados dentro das lojas, por exemplo, são capazes de detectar quando uma prateleira está vazia. Assim, o estoque pode direcionar os itens com agilidade, evitando que consumidores não consigam encontrar um produto desejado.

Próximo itens perecíveis, os sensores também auxiliam na detecção de produtos próximos da data de validade ou em más condições de armazenamento. Como consequência, analistas de vendas conseguirão criar promoções capazes de evitar desperdícios. Além disso, o número de itens descartados por falhas nos processos de armazenamento será diminuído drasticamente.

4. Criando novos canais de relacionamento

O verdadeiro poder da Internet das Coisas está na criação de novos canais de vendas. Investindo na integração de plataformas, a empresa amplia as suas oportunidades de negócio e cria uma experiência de vendas conectada com as necessidades do consumidor moderno.

O Amazon Echo Dot, citado anteriormente, é um exemplo. O pequeno dispositivo conecta-se diretamente à plataforma de vendas da Amazon, eliminando uma série de etapas do processo de vendas.

A integração de aplicativos mobile a smartwatches e outros gadgets vestíveis facilita a criação de promoções direcionadas de acordo com a rotina do consumidor. Sempre que uma pessoa efetuar determinado comportamento (como um exercício ou a visita a uma loja), a empresa consegue enviar alertas com promoções personalizadas (como campanhas de vendas de materiais para exercícios ou produtos de acordo com o perfil do cliente).

5. Melhora da logística

Uma logística eficiente pode gerar muitos negócios. A entrega de um produto no prazo é vista como um diferencial para muitos consumidores. Diante disso, otimizar essa área é fundamental.

Nesse cenário, a Internet das Coisas aumenta a precisão das rotinas de vendas e o nível de inovação das estratégias do negócio. Etiquetas RFID, por exemplo, dão ao gestor comercial uma visão abrangente sobre o inventário da empresa. Com o auxílio de ferramentas de visualização de dados, o profissional conseguirá rastrear produtos por toda a cadeia operacional.

Esses dados servirão para a otimização da cadeia de serviços de várias formas. Ao identificar gargalos operacionais, por exemplo, será possível eliminar falhas e agilizar os processos de entrega. Como consequência, custos são eliminados e a qualidade do serviço de logística é ampliada.

Os sensores também podem automatizar processos de entrega de produtos. Conforme itens passarem pelas diferentes etapas entre a compra e a entrega de um produto, os sistemas detectarão automaticamente a sua movimentação, inserindo dados nos softwares corporativos e distribuindo os alertas necessários sem a interferência humana.

O setor de varejo precisa inovar continuamente para manter-se competitivo e capaz de atingir novos consumidores. Nos próximos anos, empresas que conseguirem integrar a Internet das Coisas aos seus processos internos terão uma capacidade maior de atingir pessoas e ampliar a sua presença de mercado. Por meio de serviços personalizados, gestores podem manter negócios lucrativos e com uma experiência de vendas de alta qualidade. 

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Sobre o autor

SONDA

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