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Comércio Exterior: veja as principais tendências desse mercado

Escrito por SONDA

Levar o negócio para além das fronteiras brasileiras não deve ser visto como um sonho distante, mas sim como um objetivo real para a ampliação constante e estruturada da sua empresa. Afinal, o comércio exterior possibilita uma série de vantagens, como a diminuição dos riscos provenientes da instabilidade do mercado brasileiro, a conquista de novos clientes e o estabelecimento de novas parcerias estratégicas com fornecedores.

Para conquistar o mundo, no entanto, é preciso adotar estratégias de gestão eficazes, contar com ferramentas que forneçam diferenciais competitivos e, antes de tudo, conhecer a realidade do mercado exterior, bem como suas tendências. É justamente esse o assunto do artigo de hoje.

Vamos te mostrar as principais mudanças do mercado, como lidar com a legislação brasileira sobre importação e exportação e, ainda, apontar as melhores estratégias e ferramentas de gestão de comércio exterior. Ficou interessado? Então, continue lendo!

Maior abertura para negociação

A popularização da internet nas duas últimas décadas aproximou mercados como nunca antes na história da humanidade. É claro que as transações realizadas entre diferentes países sempre existiram, mas nunca com tamanho volume e nem afetando tantas empresas, incluindo as pequenas e médias.

Portanto, as possibilidades de bons negócios estão maiores, seja na captação de novos clientes, seja no contato com fornecedores estratégicos. Para aproveitar essas chances, no entanto, é preciso seguir alguns passos.

Encontrando novos clientes

O primeiro passo para expandir o público-alvo para outros países é entender como funciona o mercado de cada destino. Ou seja, antes de mais nada, é necessário fazer um diagnóstico de demanda, entendendo se o produto oferecido pela empresa realmente soluciona os problemas de consumidores do país em questão.

Em seguida, faça uma análise de concorrentes reais e potenciais, representados tanto pelas empresas “nativas” como por outras transnacionais com atuação naquele local. Liste forças e fraquezas dos seus competidores e entenda se eles fizeram algum tipo de adaptação na maneira de fazer negócios para atuar em determinado local.

Por fim, entenda a legislação local sobre comércio exterior e dimensione custos e despesas com tarifas, contratação de mão de obra local e utilização de matérias-primas acessíveis. Cada um dos passos anteriores exigem uma pesquisa qualificada e, sempre que possível, uma consultoria profissional.

Para te ajudar nesse momento, considere utilizar ferramentas inteligentes. A Secretaria de Comércio Exterior, por exemplo, disponibiliza o Radar Comercial, solução que oferece dados sobre exportações para diversos países, mostrando, por exemplo, quais produtos possuem maior potencial de aceitação em diferentes mercados. Também é possível consultar entidades especializadas de auxílio ao empreendedor, como o SEBRAE e a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos, a APEX-Brasil.

Negociando com fornecedores

Ter fornecedores internacionais presentes na sua cadeia de suprimentos pode ser um grande diferencial competitivo: além de conseguir ter acesso a insumos mais baratos, os próprios fornecedores ainda podem ser uma porta de entrada para o mercado externo.

Aqui, as dicas começam da mesma forma que a procura por novos clientes: com bastante pesquisa. Entenda o funcionamento das empresas baseadas em outros países, fique atento aos cálculos de impostos e avalie prós (preço, qualidade) e os contras (prazo dilatado de entregas, aumento da burocracia) de contar com um parceiro estrangeiro.

Lembre-se de que a gestão de parceiros comerciais também precisa de cuidado redobrado. Além de garantir a qualidade das entregas, é preciso trabalhar com fornecedores que estejam alinhados com as políticas da sua organização e regras de compliance. Ou seja, não vale a pena comprar insumos de um produtor externo se esse não respeita as regras ambientais ou trabalhistas de seu próprio país, colocando em risco a reputação do cliente e, claro, prejudicando a natureza e as pessoas.

Mais uma vez, vale a pena contar com o auxílio de instituições como a APEX e participar de eventos específicos para o contato com fornecedores, como feiras de nicho de mercado. E, mesmo após encontrar boas oportunidades e assinar contratos, lembre-se de otimizar a gestão dos fornecedores com auxílio de ferramentas digitais, assunto que abordaremos com profundidade mais adiante no nosso post.

Aumento do volume de exportações brasileiras

Não é segredo que a economia mundial ainda sofre para superar a crise econômica de 2018, e diversos fatores — em especial, a desaceleração das importações chinesas — vêm impactando o nível de exportações brasileiras. Para completar, o Brasil ainda dá passos para tentar escapar dos próprios problemas macroeconômicos dos últimos anos. Todavia, existem números positivos que mostram que o comércio exterior brasileiro tem boas perspectivas no médio e longo prazo.

Um bom exemplo vem do setor agropecuário, um dos mais fortes mercados brasileiros no exterior. É o caso, por exemplo, da exportação de carne bovina: a expectativa é que o volume de vendas aumente pelo menos 5% em 2018. A venda de soja para o exterior também deve aumentar em 2018 e chegar a um recorde de 65 milhões de toneladas do grão exportadas, frente a 64 milhões em 2017.

Mas não são apenas as gigantes do mercado nacional que estão conquistando o mundo. As pequenas e médias empresas também vêm aumentando a participação no mercado externo e o principal motivador é a qualificação do nosso e-commerce. Esse fato foi comprovado por uma pesquisa encomendada pela FedEx Express que mostra que 89% das PMES nacionais utilizam a internet para venderem para outros países. Entre setembro de 2015 e setembro de 2016, o impacto das exportações de empresas que não são de grande porte ficarou em 33% das receitas — bem acima da média mundial de 26%.

A conclusão é simples: empresas que apostam na transformação digital têm maiores chances de sucesso no Brasil e no mundo, e essa tendência deve continuar se confirmando nos próximos anos. Portanto, fique atento às novas soluções de TI, em especial aquelas que auxiliam na gestão fiscal, tributária e possibilitam a automação de protocolos do comércio exterior.

Previsibilidade e clareza nas exigências governamentais

O sucesso das empresas brasileiras no mercado mundial — sejam elas de pequeno, médio ou grande porte — pode ser atribuído em grande parte ao esforço do empreendedor local, a já citada atenção às transformações tecnológicas e a abertura dos mercados externos.

Mas também precisamos dar crédito ao Estado brasileiro que vem melhorando a forma como define regras para a exportação, sempre visando a melhorar a competitividade das empresas nacionais. Afinal, quanto mais exportadoras brasileiras, melhor a nossa balança comercial e mais empregos e rendas são gerados no país.

Tratados de Livre Comércio

O primeiro ponto a ser levado em conta é a participação do Brasil em FTE, sigla para Free Trade Agreements ou Tratados de Livre Comércio. Basicamente, tratam-se de negociações bilaterais ou em bloco que determinam regras mais simples ou impostos mais baratos para transações entre as partes envolvidas. Também entram nos Tratados os acordos para liberação técnicas de produtos — garantindo, por exemplo, que as empresas consigam exportar produtos que sejam adequados às legislações de segurança dos países importadores.

Também existem Regimes Aduaneiros especiais que buscam melhorar a competitividade de produtos nacionais. Com o Drawback, por exemplo, é possível importar insumos com isenção de impostos de importação. Ou seja, a importação de matéria-prima fica mais barata, impactando os custos de produção aqui no Brasil e favorecendo uma política de preços internacionais mais competitiva.

Mudanças nas exigências da Receita

Não são apenas as empresas que estão apostando em tecnologia para melhorar a sua competitividade. A própria Receita Federal vem adotando soluções de TI para melhorar a sua forma de arrecadação e diminuir entraves burocráticos.

Um bom exemplo vem do SPED Fiscal, que recebeu duas novas obrigações acessórias em 2017: o EFD-Reinf e o eSocial. Em conjunto com o EFD contribuições, é possível elaborar automaticamente o DCTF (Declaração de Débitos e Créditos Tributários Federais), que poderá ser consultado com rapidez pela plataforma DCTF Web.

Outras obrigações relativamente novas, como o Bloco K, também estão sendo mediadas por soluções de TI, o que melhora o controle e inibe riscos de erros humanos nas declarações. Aliás, o próprio Bloco K incentiva empresas a manterem uma gestão cada vez mais profissional de seu estoque, controlando movimentação de produtos e insumos oriundos de vários países de forma precisa. Ou seja, a Receita está estimulando indiretamente a automação de processos internos das empresas que resultam em melhorias de gestão.

Programa Nacional de Cultura Exportadora

O Governo também vem investindo em programas específicos para a melhoria da participação de pequenas e médias empresas no comércio exterior. O PNCE, por exemplo, é composto por uma série de ações que promete diminuir custos e burocracia de exportações ao mesmo tempo que dá visibilidade às empresas brasileiras no exterior.

Entre as ações do Programa, podemos destacar a parceria entre PNCE e a plataforma ConnectAmericas.com, importante marketplace com participação nas Américas e no Caribe, e que pretende ajudar pelo menos 500 novas empresas a começarem a exportar ainda em 2017.

Automação de grande parte das tarefas

Como mostramos no tópico anterior, a própria Receita Federal vem estabelecendo regras para que cada vez mais empresas adotem sistemas inteligentes de gestão que sejam capazes de automatizar tarefas. No entanto, o apoio tecnológico não é útil apenas no cálculo fiscal e tributário. A tendência é que o uso de softwares para a gestão de comércio exterior esteja cada vez mais presente, na medida em que melhoram uma série de aspectos nas empresas importadoras e exportadoras.

Diminuição de burocracias

Mesmo com todos os esforços governamentais, não é possível afirmar que os processos de importação e exportação sejam simples. Afinal, ainda é preciso lidar com uma série de documentos, autorizações e declarações em cada transação comercial.

Lidar com essa quantidade massiva de papéis é simplesmente impossível e coloca a empresa à mercê de inúmeros riscos, que vão da simples perda de arquivos até a dificuldade em gerir e armazenar a papelada de forma segura.

Ao se automatizar os processos de importação e exportação, em especial, por meio de um software dedicado, a empresa passa a lidar com arquivos digitais. O sistema tem protocolos de armazenamento de dados organizados, permitindo a fácil localização de qualquer documento. Além disso, os arquivos podem ser salvos na nuvem, permitindo o acesso remoto e seguro das informações.

Decisões guiadas por dados

Sistemas de gestão de comércio exterior ajudam a empresa a automatizar a coleta de dados, o que significa que os gestores conseguem visualizar métricas e índices de forma facilitada. Saem de cena, portanto, as decisões baseadas em feelings ou achismos, e passam a vigorar ações fortemente baseadas em lastros reais.

Assim, a empresa consegue visualizar com clareza qual foi o impacto dos tributos na importação de insumos sobre o valor final do produto, ou identificar a queda de vendas em determinado mercado de maneira rápida.

Vale lembrar que as informações não são apenas coletadas automaticamente pelo sistema: ele também é capaz de gerar relatórios inteligentes de maneira autônoma. Ou seja, o programa traduz a grande quantidade de dados em relatórios ricos em tabelas e gráficos, permitindo uma leitura simples, mas precisa. O resultado são insights profundos e ágeis, permitindo a tomada de decisões estratégicas com grande prontidão.

Comunicação fluida

É evidente que a popularização da internet melhorou e barateou a forma como entramos em contato com outras pessoas em qualquer lugar do mundo. Todavia, a tendência é que os contatos entre empresas em diferentes países se torne ainda mais dinâmicos.

Os sistemas de gestão de comércio exterior, por exemplo, conseguem resolver problemas de forma automática sem que seja necessário fazer uma ligação ou utilizar um aplicativo mensageiro. O próprio programa pode identificar, por exemplo, o atraso no embarque de determinado lote e enviar uma notificação automática para o responsável.

Assim, o gestor consegue saber se a entrega está retida em um posto alfandegário, qual foi o motivo da paralisação e ainda pode enviar os documentos necessários para a liberação do frete com presteza. Tudo isso sem sair do software.  

Padronização de processos

Padronizar processos é essencial para diminuir custos, evitar gargalos de produção e entrega e garantir o nível de qualidade de produtos e insumos. A tendência é utilizar recursos de TI para mapear cada processo de importação e exportação e, assim, possibilitar o planejamento e planificação de ações mais efetivas.

Ou seja, um software pode diagnosticar cada etapa de um pedido de importação, por exemplo, desde o pedido ao fornecedor, passando pelo cálculo de custos para a empresa — impostos e tarifas aduaneiras inclusas — e ainda permitir o controle de qualidade de cada entrega.

Dessa forma, é possível identificar etapas problemáticas e corrigi-las, bem como ampliar procedimentos que dão certo com um fornecedor para os demais de maneira simples e rápida. Tudo isso ainda é monitorado por meio de índices de performance pré-estabelecidos, como o nível de perdas durante o transporte ou tempo de retenção de produtos em alfândegas.

Gestão integrada

A gestão apoiada em recursos tecnológicos já não é uma grande novidade. A popularização dos sistemas ERP (comumente conhecidos como Sistemas de Gestão Corporativa) já é um fato para empresas de todos os portes. Afinal, o recurso permite automatizar processos internos, integra diversos setores da empresa de maneira fluida e fornece informações preciosas para a tomada de decisões.

A tendência que envolve o comércio exterior, portanto, é utilizar ERPs e sistemas de importação e exportação de forma integrada. A ideia é fazer com que os sistemas conversem de maneira fluida. Assim, as transações realizadas tanto no mercado interno quanto no mercado externo podem ser geridas de forma conjunta, permitindo a integridade de processos, e auxiliando, inclusive, na manutenção de um compliance que também abarque as transações de exportação e exportação.

Gerenciamento de riscos e compliance

Apostar em comércio exterior promete boas perspectivas, mas também envolve riscos que não podem ser ignorados. O principal deles é a possibilita de a empresa ter sua imagem arranhada por práticas antiéticas e ilícitas, que podem até mesmo gerar multas ou processos judiciais mais graves.

Os esforços para a manutenção da compliance, portanto, vêm recebendo cada vez mais atenção e a tendência é que se fortaleçam nos próximos anos. Afinal, existem mercados extremamente exigentes com processos idôneos, notadamente o norte-americano e o europeu.

Portanto, o compliance precisa abarcar não apenas as práticas adotadas internamente, mas também aquelas aceitas no Brasil e nos destinos. Via de regra, isso envolve a adequação de processos, mas também a de protocolos e documentação.

Afinal, grande parte dos problemas de quebra de compliance acontecem no processamento e envio de arquivos imprecisos e incompletos. Aqui, portanto, vale ressaltar a importância de uma política clara de padronização de processos bem como o uso de ferramentas que automatizam eles de forma eficiente.

Também é preciso lembrar que as empresa importadoras, em especial, precisam se preocupar com a compliance de seus fornecedores. Como falamos no início do post, práticas erradas dos seus parceiros comerciais podem prejudicar a sua empresa no Brasil em vários pontos, como a retenção de embarques em barreiras aduaneiras, o comprometimento da qualidade dos produtos ao consumidor final e a possibilidade de prejudicar ainda o seu compromisso ambiental e social.

Para garantir um bom gerenciamento de riscos, portanto, é cada vez mais comum que empresas utilizem grupos de trabalhos específicos para a elaboração de políticas de compliance confiáveis, que levam em conta tanto as legislações envolvidas quanto práticas eticamente corretas.

O setor de compliance também fica responsável por monitorar as transações recorrentes, garantindo que não haja quebra de confiança ou protocolos. Em caso de problemas, a equipe pode contar com apoio jurídico para solucionar entraves, negociar multas ou aplicar as alterações processuais exigidas pelas autoridades ou pela sociedade.

Certificação da OEA

Embora cada empresa deva ser responsável pela própria compliance, existem mecanismos governamentais e transacionais que certificam boas práticas. O melhor exemplo é o Programa Brasileiro de Operador Certificado, uma certificação criada pela Receita Federal em parceria com a OEA (Organização dos Estados Americanos).

Basicamente, trata-se de uns mecanismos para garantir que exportadores e importadores demonstrem possuir protocolos sólidos de compliance e que, portanto, estão aptos a atuar dentro das diversas legislações aduaneiras presentes no continente. A tendência é que o programa se torne obrigatório nos próximos anos, mas se adequar a ele agora já é uma forma de sair na frente dos seus concorrentes.

Facilidade burocrática para novas empresas

Ao chegar até aqui, você já deve ter entendido que grande parte dos entraves no comércio exterior tem relação com a burocracia. Também não é segredo que estão sendo buscadas alternativas para que os negócios já estabelecidos se tornem novas importadoras e exportadoras.

Uma dessas iniciativas é recente, entrando em funcionamento em 2017: o Portal Único de Comércio Exterior. A ferramenta vai possibilitar a diminuição da burocracia e custos das exportações e importações. A meta é diminuir o tempo de importação de 17 para 10 dias e de exportação de 13 para 8 dias.

Para isso, o portal será utilizado para dinamizar as declarações de exportação e importação, que passam a ser realizadas pelo site. A principal vantagem é que, agora, não será mais preciso apresentar a nota fiscal junto com a declaração, já que o sistema conseguirá localizar automaticamente cada NF-e.

O novo processo já está disponível em alguns aeroportos do país, como Galeão, Confins e Viracopos, mas a expectativa é que todos os aeroportos brasileiros já estejam no sistema em 2018 e que o procedimento seja expandindo para outro modais, notadamente o portuário e rodoviário.

O interessante é que o Portal vai ser capaz de guardar todas as informações de transações de cada empresa e disponibilizar para a consulta autorizada. Assim, os gestores têm mais uma possibilidade de basear a sua gestão de comércio exterior em números reais.

Por fim, vale lembrar que a plataforma deverá se adequar aos padrões internacionais nos próximos anos, em especial aqueles adotados no âmbito da OEA. Dessa forma, a comunicação entre as autoridades de diferentes países vai melhorar a atuação das empresas exportadoras e importadoras, principalmente pelo estabelecimento de uma burocracia inteligente e muito mais leve.

Sua empresa precisa olhar para o mercado exterior e, assim, manter um crescimento seguro ainda que existam tribulações na economia do Brasil. No entanto, é preciso planejamento, conhecer a realidade dos mercados e, ainda, contar com as ferramentas certas para o apoio de gestão.

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Sobre o autor

SONDA

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