Gestão de Negócios

Descubra os desafios da transformação digital nas empresas!

Escrito por SONDA

É comum o assunto transformação digital nas empresas ser abordado por gestores e executivos do mundo corporativo. Porém, o tema precisa ser aprofundado e sair do clichê que assinala a necessidade de implantar soluções inovadoras.

Afinal, termos como Business Intelligence (BI), Big Data, Internet das Coisas (IoT) e cloud computing já são conhecidos. A questão é: como evoluir e mudar o mindset para que esses recursos sejam utilizados como diferenciais competitivos?

É o que vamos discutir neste artigo. Aqui, abordaremos os diferentes detalhes relativos a esse assunto, como:

  • o que é a transformação digital;
  • como implementar novas tecnologias nos processos internos;
  • quais são os benefícios para sua empresa;
  • como investir em cultura da inovação e diferencial competitivo;
  • como a gestão é modificada;
  • quais ferramentas facilitam o processo de implementação.

A partir desse conhecimento, você poderá obter insights que ajudarão a aprimorar as atividades realizadas e as métricas alcançadas para, então, atingir um novo patamar para seu negócio. Então, que tal entender melhor esse cenário?

O que é a transformação digital?

A explicação desse conceito precisa ir além do que as definições comumente apresentam. De modo geral, ele é entendido como a implantação de recursos tecnológicos para obter melhores resultados. Da mesma forma, permite que a empresa se destaque e conquiste vantagem competitiva.

O problema é que mesmo que você aplique diferentes soluções — como ERP, computação na nuvem, Big Data, entre outras — seu negócio nem sempre está digitalmente transformado. Então, o que é necessário?

Segundo o site The Enterprisers Project, a “transformação digital é a integração da tecnologia digital em todas as áreas da empresa, mudando fundamentalmente a forma de operar e entregar valor aos consumidores. Também é uma mudança cultural que exige desafio ao status quo, experimentação e se sentir confortável com as falhas” (tradução livre).

Fica evidente, então, que esse conceito ultrapassa as barreiras de implementação tecnológica e tem uma relação maior com o posicionamento e a aplicação dos recursos no ambiente empresarial. Justamente por isso, a definição pode mudar, já que ela difere de acordo com o contexto organizacional.

De qualquer maneira, esse é um fator fundamental para a conquista de vantagem tecnológica, que exige da TI um papel estratégico e centralizado. É assim que se pode mudar o mindset empreendedor e adotar novos fluxos de trabalho, que considerem velocidade, inovação e disrupção.

Como implementar novas tecnologias nos meus processos internos?

Esse processo depende da compreensão de que a transformação digital na empresa está diretamente atrelada aos conceitos de: gestão, liderança, estratégia e cultura. Esses pilares, aliados à tecnologia, precisam ser trabalhados conjuntamente para recriar o modelo de negócio e implementar processos internos digitais, que também se tornam mais ágeis.

Nesse contexto, algumas metodologias que podem ser aplicadas são a Lean e a Agile, que permitem acompanhar a dinâmica e a velocidade dos negócios. Nesse momento, é necessário ter em mente que os workflows, produtos e plataformas deixam de ser inflexíveis para se tornarem permanentemente ágeis.

Da mesma forma, a transformação digital abrange todos os níveis empresariais e exige a revisão da estratégia e visão organizacionais. O objetivo é garantir que o ambiente se torne mais colaborativo, apto à inovação contínua, aberto à experimentação, ágil e direcionado por dados.

Porém, como alcançar esse patamar? O modelo da consultoria Prophet apresenta 6 estágios de implementação das tecnologias:

  • business as usual: contempla as empresas tradicionais. As mudanças são aplicadas para melhorar a eficiência e não exigem qualquer senso de urgência. Há obstáculos à inovação;
  • present and active: existem agentes de mudança que desejam adotar tendências digitais por meio da mobilidade, IoT e mais tecnologias de ponta. Contudo, esses elementos ainda não são intrínsecos à cultura organizacional e são aplicados individualmente;
  • formalized: moderniza-se a experiência do cliente pelo alinhamento dos agentes de mudança e dos early adopters. Há senso de urgência. Os investimentos começam a ser colocados em prática e os departamentos iniciam um trabalho sinérgico;
  • strategic: efetiva-se a implantação da transformação digital. As metas são alcançadas pelo apoio da infraestrutura, das operações e dos investimentos digitais. Assim, a tecnologia é utilizada para alcançar objetivos, mais que apenas otimizar processos;
  • converged: há visibilidade das mudanças para todos os setores. Modelos e equipes operacionais são revisados para unificar processos e simplificar as operações. O resultado são experiências sólidas e integradas;
  • innovative and adaptive: é o caminho seguido pela organização. O foco é a inovação contínua e a adaptação rápida às mudanças. São desenvolvidos programas de teste e aprendizado para buscar melhorias e há investimento contínuo em processos, talentos e tecnologias.

Descobrir em qual estágio sua empresa se encontra é fundamental para aplicar as tecnologias e alcançar as vantagens proporcionadas pelas mudanças tecnológicas. Porém, existem algumas ações que ajudam a passar pelos estágios. Veja todas elas, a seguir.

Conheça em que patamar sua empresa está

O primeiro passo é analisar o uso das tecnologias no ambiente empresarial. Mapeie todos os processos que já adotam algum recurso digital, como controle de maquinário pesado ou emissão de notas fiscais. Verifique o que já está ultrapassado, se toda a infraestrutura digital da organização está integrada e se há resultados positivos visíveis.

Considere a estratégia de negócio

A transformação digital deve atender os objetivos empresariais, como conquista de clientes, melhoria da gestão e das práticas de negócio, elevação do lucro etc. Por isso, os investimentos devem ser feitos de acordo com a estratégia traçada e seu core business.

Esse é o ponto mais importante dessa jornada, porque é a partir da compreensão da estratégia de negócio que se obtém o conhecimento necessário à implementação de novas tecnologias. Portanto, sempre tenha o cuidado de alinhar as soluções às demandas empresariais.

Aposte em tecnologia de ponta

As ferramentas selecionadas devem ter bom custo-benefício para ser ofertado um retorno positivo em curto ou médio prazo. Avalie preços, condições, pós-venda e se o sistema pode ser integrado à solução que sua empresa já tem.

Considere o uso de Softwares as a Service (SaaS), que reduzem custos e evitam a obsolescência proporcionada pelas licenças. Assim, a atualização e manutenção do programa fica sob responsabilidade do fornecedor.

Mobilize uma equipe para a transformação digital

Sua empresa deve criar um grupo específico para trabalhar as mudanças relativas à transformação digital. Essa equipe deve atuar de modo separado ao operacional, apesar de estar alinhado a ele. O foco são as tendências, execução de pesquisas de mercado e elaboração de planos de implementação digital. Esse time pode ser contínuo ou a empresa pode ter uma TI especializada no desenvolvimento e implantação de novas tecnologias.

Realize mudanças de maneira integrada

A infraestrutura tecnológica da empresa deve ser coesa para haver melhoria na troca de informações, garantia da estabilidade do sistema e agilidade no trabalho da TI. Envolva toda a empresa nas mudanças implementadas por meio da comunicação e treinamentos. Também vale a pena incentivar o compartilhamento de experiências e informações.

Quais são os benefícios da transformação digital nas empresas?

Essa pergunta pode ser respondida a partir de diferentes fatores. Veja, abaixo, quais são os principais.

Aprimoramento da eficiência

A transformação digital nas empresas elimina barreiras e fatores prejudiciais. Isso pode acontecer, por exemplo, por meio da substituição de processos manuais por automatizados, que aumentam o controle das atividades e reduzem os gargalos.

Perceba que essa maturidade de procedimentos encaminha a organização ao objetivo principal dessa mudança: permitir que o cliente omnichannel tenha uma experiência única. Desse modo, há um rompimento ao status quo e a promoção de uma cultura corporativa que fomenta modelos de negócio e redefine valores para garantir que o negócio esteja adaptado ao mercado, que muda constantemente.

Aumento da satisfação dos clientes

Sua empresa fica disponível para os clientes a qualquer momento do dia e onde eles estiverem, situação que aumenta as oportunidades de negócio. O site responsivo e outras práticas importantes facilitam os processos de venda, oferecem um excelente serviço e atendem às expectativas dos consumidores.

Surgimento de novos cargos e funções

A indústria 4.0 anuncia uma nova revolução, na qual as interações digitais serão ilimitadas. Esse contexto modificará a relação entre empresa e clientes, mas também as novas contratações, que requerem outras habilidades e competências.

Cada vez mais deve existir demanda por profissionais que atuam com:

  • gestão de dispositivos de rede;
  • desenvolvimento de aplicações;
  • gerenciamento de privacidade e segurança digital;
  • administração de análise de negócios, entre outros.

Perceba que todos os níveis profissionais exigem o uso da tecnologia como pré-requisito. Nesse cenário, é preciso buscar especialização constante e uma educação voltada ao trabalho.

Conquista de vantagem competitiva

O desenvolvimento de performance resulta em mais competitividade, que colabora para a adição de novos fluxos de receita, criação de produtos, redução de custos, atração de consumidores, aumento da produtividade e melhoria da satisfação de clientes e colaboradores.

Tenha em mente que as implementações digitais podem substituir ou modificar processos, impactar as linhas de negócio ou modificar a demanda por talentos.

Simplificação dos processos produtivos

O uso de aplicativos, mídias sociais e outros recursos facilita as rotinas empresariais. Além de ampliar a comunicação interna, permitem que a organização reaja com mais confiança e rapidez, porque os dados ficam acessíveis e podem ser visualizados a qualquer momento.

Em suma, a transformação digital combina tecnologias disruptivas com mudança de cultura organizacional, automação de processos e modelos de negócio. Como consequência, há uma melhoria na satisfação dos clientes e alterações no mercado de trabalho, que busca profissionais especializados.

Porém, a automação é apenas um dos benefícios. Também é preciso mudar a cultura organizacional e implementar um novo modelo de negócios, baseado em tecnologias disruptivas. Assim, essa transformação é realmente efetivada.

Essas modificações profundas já trazem resultados positivos. Segundo um levantamento publicado no site CIO, do total de empresas brasileiras que embarcaram na jornada da transformação digital, 52% ampliaram sua eficiência operacional e 50% tiveram aumento de receita. Já a satisfação dos clientes cresceu 58% e a experiência, 78%.

Portanto, fica claro que a transformação digital é interessante e vale muito a pena. Ainda assim, há mais elementos a considerar.

Cultura da inovação e diferencial competitivo: como investir nessa questão?

Esses dois elementos estão diretamente interligados. Afinal, os bons resultados e o destaque da empresa perante o mercado e os clientes serão derivados da nova postura e da adoção de uma abordagem corporativa diferente. Porém, é impossível modificar todos os processos de uma só vez, tampouco é recomendado apostar nessa alternativa.

As mudanças frequentes do mercado precisam ser acompanhadas paulatinamente para se manter atento às tendências e identificar oportunidades inovadoras. Ao mesmo tempo, os colaboradores devem ser incentivados a ousar, desenvolver novos processos, participar de treinamentos e pesquisar novidades. É assim que a cultura da inovação será efetivamente implementada no ambiente corporativo.

Nesse contexto, cabe aos gestores buscar o diálogo para ouvir o que os colaboradores têm a sugerir. Repassar feedbacks e estimular a criação de soluções também são atitudes recomendadas para que a transformação digital no ambiente empresarial seja gerida como um patrimônio que agrega lucro e valor de médio e longo prazos.

As organizações que conseguirem colocar essas ideias em prática poderão atingir os seguintes resultados, apresentados no estudo feito em 2016 pelo Grupo Altimeter:

  • 41% de elevação no market share;
  • 37% de aumento do engajamento do consumidor em canais digitais;
  • 30% de crescimento no faturamento por cliente;
  • 32% de incremento no volume de tráfego pela web e mobile.

Portanto, lembre-se que a necessidade de inovar constantemente é urgente e essencial para conquistar um diferencial competitivo. A cultura e a gestão da inovação fortalecem o negócio e permitem que ele esteja pronto a enfrentar os riscos inerentes ao mercado, enquanto atende às demandas existentes.

Evidentemente, a administração data driven, especialmente com o apoio da TI, faz toda a diferença, já que as métricas e os indicadores assinalam o melhor caminho a seguir. Dessa forma, consegue-se ter mais precisão nas decisões tomadas, e as incertezas são reduzidas.

Quais são os 6 desafios da transformação digital e como superá-los?

As empresas ainda têm dificuldade de adotar essa abordagem — e esse é mais que um clichê. Um levantamento divulgado pelo site Computer World demonstrou que a infraestrutura dos negócios brasileiros têm uma média de 43,7 pontos, em uma escala de 0 a 100. A mesma pesquisa indicou que o pior indicador é o de Automação de Processos, com 33,9 pontos. Já o melhor é o de Processos Internos e Cultura, com 55,2.

O que esses dados assinalam? A necessidade de adotar inovações e estar preparado para enfrentar os desafios inerentes a esse processo. Veja, a seguir, quais são os principais e como ultrapassá-los.

1. Quebrar paradigmas do negócio

O objetivo da abordagem tecnológica é ter uma visão mais colaborativa, dinâmica e com foco no cliente. A intenção é mudar constantemente e buscar a melhoria constante, tanto nos métodos de atendimento quanto no acompanhamento da disruptura dos mercados.

O papel da liderança é essencial nesse processo, que deve ter uma postura forte e positiva para apresentar os benefícios que todos poderão obter. Aos poucos será possível internalizar a cultura digitalizada, bem como criar um mindset diferente. Dessa maneira, a TI deixa de ter um papel operacional para trabalhar de forma centralizada.

Pereba que a transformação digital deve envolver todos os setores, do back office ao ponto de vendas. As mudanças devem estar embasadas no pilar tecnologia, processos e pessoas, para que, assim, a cultura definitivamente se modifique.

2. Modificar posturas

O comportamento de gestores e colaboradores deve refletir as mudanças pelas quais a companhia está passando. Nesse contexto, há 4 posturas que aceleram a efetivação da transformação digital:

  • interagir com clientes por aplicativos mobile;
  • ampliar o alcance do negócio por meio de APIs (interface de programação de aplicativos);
  • elevar a proximidade com os clientes pelo Big Data e IoT, já que essas tecnologias facilitam a coleta de dados e possibilitam personalizar o atendimento;
  • melhorar a escalabilidade do negócio com soluções de cloud computing.

3. Buscar parceiros

O trabalho com fornecedores variados pode prejudicar a estratégia, mas deixar de contar com parceiros também tem potencial para corroer os resultados esperados. O ideal é buscar o equilíbrio e encontrar outras companhias que compreendam e apliquem a transformação digital em sua caminhada.

É imprescindível que o fornecedor entenda como é sua jornada em prol da inovação e esteja disposto a entregar soluções que supram suas necessidades.

É o caso de uma prestação de serviços de computação em nuvem. As ferramentas devem ser completas e integradas para abranger toda a sua organização. Assim, as duas companhias promovem o mútuo apoio.

4. Mensurar resultados

A atuação estratégica exige o acompanhamento de métricas e indicadores para identificar se o caminho traçado está sendo seguido adequadamente. No entanto, esse processo nem sempre é simples na transformação digital, uma mudança abrangente e pouco palpável.

O ideal para saber se esse investimento traz retorno é verificar diferentes indicadores, como encurtamento do breakeven, redução de custos, satisfação do cliente e lucro. Tenha em mente que a finalidade é otimizar toda a companhia. Por isso, é imprescindível desenvolver uma estratégia que responda às necessidades de inovação, bem como utilizar KPIs que possibilitem compreender os resultados obtidos.

Porém, considere o fato de que a empresa e a própria mensuração de resultados precisam estar abertas às mudanças. Portanto, sempre que necessário, faça ajustes.

5. Pensar globalmente, mas atuar regionalmente

As empresas que têm presença em diferentes lugares exigem estratégias diferentes, flexíveis e adequadas a cada região. Desse modo, é possível identificar as ações necessárias e acompanhar as disrupções efetivadas no mercado.

Essa atitude também facilita a ampliação do alcance geográfico da transformação digital. Ou seja, sua empresa pode expandir suas operações de acordo com a nova estratégia, pensando em uma gestão adequada ao cenário.

6. Gerir a empresa considerando as mudanças implementadas

A abordagem da transformação digital implica mudanças em processos, operações e gestão. É necessário ter uma TI bimodal e agilizar a equipe tradicional. O objetivo aqui é dividir o setor em 2 equipes, uma voltada para as rotinas diárias e outra para o foco em processos de inovação e o futuro.

Ainda é preciso realizar uma mudança de cultura, para que a transformação atinja todos os segmentos empresariais. A partir dessa abordagem é possível criar uma infraestrutura diferenciada e baseada em processos digitais. Da mesma maneira, é necessário implementar ferramentas que impactem positivamente o negócio, como analytics, Big data e cloud computing.

Essas modificações de comportamento requerem a criação de novos cargos e funções, para que as atividades implementadas e reestruturadas a partir da nova abordagem sejam efetivamente executadas. Por exemplo: o CIO fica responsável pela TI, mas também atua na integração de produtos e soluções inovadoras.

Já marketing e vendas precisam realizar tarefas importantes para as mudanças digitais, como conhecer o cliente, suas preferências, hábitos etc., a fim de atender suas necessidades. Lembre-se que é preciso engajar os colaboradores e mudar a estrutura organizacional para chegar ao modelo digital.

Todas as dicas que vimos até aqui ajudam a alcançar esse propósito. Porém, também é preciso contar com as ferramentas adequadas.

Quais aceleradores podem facilitar o processo de implementação da transformação digital?

Os recursos que agilizam a implementação dessa abordagem são bastante variados. A seguir, listamos os principais. Confira!

Design thinking

O propósito aqui é resolver problemas pela empatia com os stakeholders, assim como gerar insights para analisar e montar respostas. A ideia é estimular os aspectos cognitivo, sensorial e emocional para criar significados e adotar estratégias que atendam às necessidades em conjunto com a viabilidade da tecnologia.

Observe que o objetivo dessa abordagem é focar aspectos mercadológicos e tecnológicos, além de inserir novos significados aos serviços, produtos e relacionamentos. Por isso, ela tem 3 etapas: imersão, ideação e prototipação. Ao executá-las, você conhece seu público-alvo, detecta problemas, identifica oportunidades e constrói, testa e implementa soluções.

Metodologia lean

O propósito nesse método é eliminar qualquer desperdício e agregar valor durante o desenvolvimento do produto. A participação dos consumidores é bem-vinda, porque repassa suas demandas e, assim, há um trabalho conjunto.

Mais que isso, a metodologia lean ajuda a reduzir os riscos durante o desenvolvimento de um produto. Essa atitude gerará insights, que facilitarão o crescimento do processo e do negócio. Por isso, essa abordagem é aplicável quando o tempo e o orçamento são limitados, bem como quando o ambiente é de grande incerteza ou o projeto é focado no resultado.

Como benefícios, esse método agrega mais valor ao cliente, facilita a gestão de informações e cria processos que requerem menos capital, espaço, esforço humano e tempo. Da mesma forma, elimina as possibilidades de defeito, se comparado aos sistemas comerciais tradicionais.

Scrum

Essa metodologia ágil atua na gestão de atividades desenvolvidas em equipe. As tarefas são divididas em sprints e diariamente há uma reunião com o gestor para identificar empecilhos que devem ser retirados para que o processo ocorra da melhor forma possível.

O Scrum é mais usado em desenvolvimento de softwares, mas pode ser adotado em outros grupos de trabalho. Suas características são: interatividade, agilidade e estrutura descentralizada, que se baseia nos sprints (ciclos).

Utilizando essas 3 ferramentas e cumprindo as outras ideias repassadas neste post, a transformação digital nas empresas será desenvolvida muito mais facilmente. Esse é o futuro, mas você precisa começar a implementar um dos estágios agora mesmo se deseja conquistar vantagem competitiva.

Então, que tal revisar os processos internos e repensar a infraestrutura do seu negócio agora mesmo? Se gostou deste conteúdo, aproveite e compartilhe-o nas suas redes sociais.

Sobre o autor

SONDA

A SONDA, maior companhia latino-americana de soluções e serviços de tecnologia, atua em 10 países com mais de 22 mil colaboradores e 5 mil clientes ativos. Em parceria com seus clientes, a SONDA acredita que com o uso de soluções tecnológicas é possível transformar seus negócios, permitindo conquistar eficiência e vantagem competitiva. Entendemos do seu negócio e sabemos fazer acontecer, contando com uma equipe altamente capacitada. Para mais informações, acesse www.sonda.com/br.