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Disaster recovery plan: entenda a importância e saiba como fazer

Escrito por SONDA

Por mais dura que seja, a verdade é que falhas nos dispositivos de TI podem afetar absolutamente todas as operações de um negócio. Equipamentos de rede defeituosos, por exemplo, podem impedir a comunicação entre times e dificultar o acesso a recursos de cloud computing. E se softwares executados na nuvem apresentarem problemas de disponibilidade? Simples: o nível de produtividade do empreendimento cai.

Pois é para evitar que as empresas sejam gravemente afetadas pelos mais diversos tipos de problema que gestores devem criar um disaster recovery plan. Esse plano afeta toda a infraestrutura de TI e tem como objetivo impedir que falhas de hardware e software atrapalhem o funcionamento das atividades relacionadas ao core business do empreendimento. Assim, é possível se manter operacional, com uma infraestrutura de alta disponibilidade.

Quer saber mais sobre o disaster recovery plan, conhecer as vantagens do seu uso e aprender como ele pode ser aplicado na sua empresa? Então confira nosso post de hoje!

No que consiste o disaster recovery plan?

O plano de recuperação de desastres é uma documentação que define as ações a serem tomadas caso a companhia enfrente falhas em sua infraestrutura de TI. Estão incluídas ali todas as medidas corretivas que os técnicos precisam aplicar para que os serviços sejam restaurados com o máximo de agilidade e segurança possível.

Um disaster recovery plan é montado para que as operações que dependem de serviços de TI consigam ser executadas com mais segurança. Com isso, a empresa consegue ter a certeza de que, se problemas vierem a acontecer, os profissionais responsáveis pelas políticas de gestão não terão dificuldade em aplicar correções e restaurar as atividades rapidamente.

Quais os benefícios de um bom planejamento?

O disaster recovery plan dá ao negócio mais segurança para manter suas operações eficientes e com alta performance. Com ele, toda a companhia tem a garantia de que os serviços serão restaurados rapidamente e, consequentemente, eventuais falhas não gerarão grandes impactos no dia a dia do negócio.

No longo prazo, o disaster recovery plan contribui para o negócio ter índices de produtividade elevados. Tendo em vista que as operações da empresa se tornarão mais eficientes e robustas, a prospecção de clientes e parceiros comerciais aumentará significativamente.

Como criar um disaster recovery plan eficiente?

O processo de criação do disaster recovery plan deve incluir toda a infraestrutura de TI, dando foco para serviços críticos e equipamentos ligados ao core business do negócio. Assim, a empresa pode focar suas atividades na prevenção de falhas e em rotinas de maior impacto no dia a dia dos profissionais. Acompanhe agora as 5 principais medidas para a elaboração de um disaster recovery plan eficiente!

1. Treinar a equipe para lidar com os riscos mapeados

O disaster recovery plan só será realmente funcional se os times de TI conseguirem aplicar as medidas de mitigação de riscos assim que eles ocorrerem. Na prática, se a empresa deixa de treinar técnicos para trabalhar com os riscos mapeados, sua capacidade para solucionar problemas é reduzida, o que impacta na efetividade geral do disaster recovery plan.

Com isso em mente, invista em treinamentos regulares para que os profissionais de TI conheçam detalhadamente a documentação do plano de recuperação de desastres, incluindo as medidas que dele fazem parte. Ajude os técnicos a desenvolverem a capacidade de identificar rapidamente a origem de uma falha, resolver quais medidas devem ser tomadas e pensar em como os processos podem ser adaptados para garantir a restauração dos serviços em um prazo mínimo.

2. Investir em tecnologias que simplifiquem a gestão de recursos

Apesar de ser relacionado com os ativos de TI do negócio, o disaster recovery plan também pode contar com o apoio da tecnologia para se tornar mais eficaz. Ferramentas para monitorar os recursos de TI e otimizar processos, bem como automação de tarefas ampliam o alcance desse plano, além de reduzirem o número de erros enfrentados no dia a dia da companhia.

Aposte em ferramentas para tornar a gestão dos ativos de TI mais precisa e eliminar o tempo necessário para aplicar medidas corretivas. Soluções de monitoramento, por exemplo, facilitam a identificação de falhas e o mapeamento de riscos. Assim, a empresa pode atuar mais rapidamente na resposta a problemas.

3. Fazer simulações para avaliar as medidas do plano

O disaster recovery plan deve ser verificado regularmente para garantir que os profissionais de TI estão mesmo capacitados e que as atividades definidas no plano são realmente eficazes.

Com esse intuito, faça simulações para avaliar a eficiência das medidas planejadas pelo setor. O propósito desses testes deve ser colocar os profissionais de TI a prova, observando se eles conseguem, a partir das orientações definidas, solucionar problemas com o máximo de agilidade. Dessa forma, você evita que o time se mostre incapaz de restaurar as atividades com agilidade logo nos momentos em que os problemas acontecerem.

4. Levantar os riscos que podem afetar a infraestrutura de TI

O levantamento dos riscos que podem afetar o funcionamento do negócio é um dos pontos mais importantes na criação do disaster recovery plan. É nesse momento, afinal, que o gestor avalia como a infraestrutura funciona, que riscos têm potencial para causar um impacto maior no dia a dia do negócio e como falhas ocorreriam.

Trabalhe lado a lado com todos os setores da organização para conhecer a rotina dos profissionais e ver como os ativos de TI são empregados. Identifique os sistemas mais importantes para cada área e, assim, rastreie as falhas que ocorrem com mais frequência e os problemas que geram impactos maiores. A partir dessas informações, é possível planejar medidas corretivas precisas.

5. Revisar regularmente o disaster recovery plan

Uma vez que a infraestrutura de TI de qualquer negócio muda constantemente, manter-se atualizado é uma necessidade real. Lembre-se: o investimento em novas tecnologias torna a empresa competitiva e eficiente. Além disso, soluções modernas dão acesso a recursos que podem aumentar a capacidade do negócio em responder a demandas do mercado com agilidade e precisão.

E é claro que, conforme as mudanças ocorrem, os riscos atrelados à infraestrutura de TI também sofrem modificações. É essencial, portanto, que o disaster recovery plan seja ajustado regularmente.

Ao investir em uma nova solução de software ou hardware, avalie o impacto que ela causará na infraestrutura de TI, identifique os possíveis erros, levante as soluções mais tradicionais e treine os profissionais para lidar adequadamente com tudo isso. É dessa forma que você conseguirá manter o disaster recovery plan eficiente e abrangente.

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Sobre o autor

SONDA

A SONDA, maior companhia latino-americana de soluções e serviços de tecnologia, atua em 10 países com mais de 22 mil colaboradores e 5 mil clientes ativos. Em parceria com seus clientes, a SONDA acredita que com o uso de soluções tecnológicas é possível transformar seus negócios, permitindo conquistar eficiência e vantagem competitiva. Entendemos do seu negócio e sabemos fazer acontecer, contando com uma equipe altamente capacitada. Para mais informações, acesse www.sonda.com/br.