Tecnologia da Informação

Glossário de TI: os termos que todo gestor precisa dominar

Escrito por SONDA

Independentemente do porte ou do segmento de atuação das empresas, todas têm um traço em comum atualmente: a presença obrigatória da tecnologia no seu dia a dia. E como essa é uma área que se desenvolve em velocidade assustadora, o surgimento de novos termos e tendências se dá quase a cada piscar de olhos. Não é fácil para os gestores, portanto, acompanhar toda essa evolução.

Pensando justamente nesse cenário, resolvemos criar aqui um glossário de TI com os termos mais usados na área e o contexto em que costumam ser empregados. Dominando esse vocabulário, você automaticamente passa a entender muito mais sobre esse assunto tão relevante. Então boa leitura!

Aplicativo

De forma simples, podemos dizer que um aplicativo é um programa de computador (software) planejado e desenvolvido para o atendimento de determinada função ou atividade. Formas bastante comuns de aplicativos são os apps baixados para uso em smartphones e dispositivos mobile em geral.

Um aplicativo pode ter como finalidade a interação direta com um usuário, como no caso de um processador de textos, por exemplo. Pode também executar tarefas para outro programa, como aqueles aplicativos que fazem o monitoramento dos recursos do computador sem a interferência do usuário.

Backbone

Tecnicamente, o backbone diz respeito à parte mais importante de uma rede de comunicação, composta por equipamentos com alto poder de processamento, capazes de transmitir dados em alta velocidade. Em uma tradução livre, estamos falando da espinha dorsal da rede.

Na prática, trata-se do componente que permite que a internet funcione da forma como a conhecemos. São os backbones que interligam redes nacionais, internacionais e intercontinentais, que por sua vez se ligam a redes menores, possibilitando o acesso a informações de todo o planeta de forma praticamente instantânea.

Backup

Anote aí: esse é um dos termos mais importantes para garantir a continuidade de qualquer negócio hoje em dia. O backup nada mais é que a cópia de informações, podendo ser realizado para efeitos de arquivamento ou (o que é mais comum) para garantir a segurança dos dados.

Nesse aspecto, uma das formas mais modernas e recomendadas da modalidade é a realização de backup na nuvem, que proporciona a realização de cópias de forma transparente e dinâmica. Tais benefícios são alcançados com a automação do processo coordenado por empresas especializadas.

BI

BI é a sigla para Business Intelligence, que pode se resumir em um conjunto de ações que fornece ao gestor informações relevantes para o planejamento e a tomada de decisões estratégicas. Por meio de sistemas especializados, os processos de BI integram os diversos setores de uma organização, extraindo dados que permitem traçar cenários e avaliar o comportamento da empresa.

Um exemplo prático do uso de Business Intelligence é a coleta de informações estatísticas sobre o comportamento de clientes, o que dá ao gestor condições para analisar os motivos de uma eventual baixa retenção, planejando estratégias a fim de reverter o quadro a partir daí.

Big Data

Não tem jeito: a informação é um ativo extremamente valioso para as empresas. Por isso, os dados têm sido cada vez mais coletados e armazenados de modo a oferecer subsídios para o crescimento e a melhoria dos processos da organização.

Atualmente, essas informações são provenientes das mais variadas fontes, desde cadastros internos e postagens a comentários em redes sociais e dispositivos de IoT — você também vai conhecer a IoT neste glossário. Mais que isso, aliás, os dados podem surgir em formatos distintos, de textos a imagens, vídeos e outros modelos não estruturados.

Gerenciar essa enorme quantidade de dados, com todas as suas variações, é papel das ferramentas de Big Data, recursos que possuem alta capacidade de processamento. A ideia aqui é dar andamento a tudo isso da forma mais inteligente e rápida possível.

Bimodal

Esse é um conceito relativamente novo, mas que vem ganhando muito espaço no mundo corporativo. A TI Bimodal representa um modelo híbrido que integra estratégias modernas com métodos tradicionais de gestão, possibilitando assim o atendimento a demandas de acordo com suas características.

Com a aplicação desse conceito, a empresa consegue dar vazão rapidamente às necessidades do mercado, mas sem descuidar dos requisitos de controle exigido pelos processos menos flexíveis. Isso garante o equilíbrio ideal entre agilidade e segurança.

BPM

Temos aqui mais uma sigla, dessa vez para Business Process Management — ou, em bom português, gerenciamento de processos de negócio. Na prática, o BPM envolve a análise e o monitoramento dos procedimentos internos, de modo a avaliar sua eficácia e buscar melhoria contínua. São diversas as aplicações e melhorias que podem ser obtidas por meio de um projeto de BPM bem planejado e executado.

Um exemplo simples pode ajudar a entender melhor: imagine que determinado processo na empresa exige que o vendedor imprima uma cópia do pedido e entregue ao departamento financeiro para arquivamento. Pois um projeto de BPM detecta que essa etapa é desnecessária, sugerindo a automação para interligar os 2 polos do negócio.

CAPEX e OPEX

Essas 2 expressões podem parecer muito similares a princípio, mas têm diferentes significados. CAPEX é a contração para CAPital EXpenditure, que podemos traduzir como investimento em bens de capital, enquanto OPEX vem de OPErational EXpenditure, traduzido como despesas operacionais.

Ao comprar uma impressora, por exemplo, o gestor da empresa está incorrendo em uma despesa de CAPEX. Já ao adquirir toners ou mesmo contratar a manutenção para esse equipamento, os custos estão associados a OPEX.

Cloud computing

Esse é um dos conceitos mais empregados atualmente no universo da tecnologia. E não é por acaso! Com diversos benefícios associados, desde o melhor aproveitamento do espaço físico, passando por flexibilidade e segurança até chegar à redução de custos, o modelo de cloud computing vem sendo amplamente adotado pelas organizações.

Em termos gerais, cloud computing representa o uso de recursos (equipamentos e software) que não estão fisicamente nos computadores da empresa, mas em servidores remotos, gerenciados por provedores especializados. Os requisitos de processamento e armazenamento de informações são garantidos pelo fornecedor da solução, conforme as especificações do negócio.

Cookies

Cookies são pequenos arquivos armazenados automaticamente no computador do usuário ao acessar páginas da internet. Sua principal função é registrar o acesso e guardar informações que poderão ser usadas em futuras visitas. São úteis para permitir login automático em sites já autenticados e armazenar preferências com base nos acessos anteriores, por exemplo.

Os navegadores de internet possuem opções para desabilitar a gravação desses arquivos, caso o usuário deseje. Em alguns países, os sites devem informar explicitamente que usam cookies, solicitando autorização do usuário para tal. Alternativamente, as páginas precisam ao menos avisar que fazem uso dessa tecnologia para conhecimento dos visitantes.

CRM

Customer Relationship Management ou gestão de relacionamento com o cliente: estamos tratando aqui de estratégias voltadas para o acompanhamento e o melhor atendimento ao cliente da empresa.

Em TI, CRM normalmente é associado ao sistema integrado que permite organizar processos e tarefas de relacionamento com o cliente. No entanto, o conceito é bem mais amplo! O software é apenas uma ferramenta de apoio ao processo. Trata-se, na verdade, de um posicionamento estratégico e cultural da organização voltado ao melhor atendimento e à relação com seus consumidores.

Dashboard

Muitas ferramentas tecnológicas costumam anunciar dashboards como um de seus diferenciais. Mas saiba: de forma geral, um dashboard é similar a um painel de controle, uma tela que mostra informações da empresa consolidadas e organizadas, de modo a facilitar a visualização e a tomada de decisões.

Os dashboards reúnem informações provenientes de diversas fontes (sistemas internos das empresas), exibindo-as em tempo real na forma de gráficos e indicadores. Essa característica proporciona ao gestor uma visão bem mais ampla do negócio.

Datacenter

Há até algum tempo, os datacenters eram chamados de Centros de Processamento de Dados (CPD). Independentemente do nome, estamos nos referindo aqui ao espaço físico responsável por integrar os recursos tecnológicos usados por uma empresa.

Computadores, softwares, dispositivos de comunicação e outros equipamentos compõem a estrutura de um datacenter tradicional. Originalmente corporativos, eles vêm sendo gradativamente substituídos por soluções na nuvem, que permitem o uso dos recursos dispensando estrutura física e proporcionando segurança, disponibilidade e flexibilidade.

Data mining

Em tradução livre, data mining significa mineração de dados. E essa é mesmo a definição perfeita para o termo! Na prática, trata-se da ação de analisar dados brutos provenientes de diversas fontes a fim de extrair informações relevantes de acordo com os objetivos da organização.

Nesse momento você deve estar pensando: mas essa não é uma tecnologia recente! Aliás, é inclusive análoga aos processos de Big Data. Pois a diferença está no fato de o Big Data atuar em grandes quantidades de dados de diversos tipos, enquanto data mining tem como foco porções menores de informação, sempre estruturadas.

Disaster recovery plan

Inserido em uma política de segurança da informação, um plano de disaster recovery engloba uma série de ações que devem ser executadas no caso de ocorrer algum evento que coloque em risco o funcionamento do parque tecnológico da empresa. Seu maior objetivo é deixar os serviços novamente disponíveis no menor tempo possível, com custo e impacto reduzidos para o negócio.

Embora a palavra desastre faça imaginar a ocorrência de enchentes ou terremotos, por exemplo, qualquer evento que tenha potencial para comprometer a TI pode ser coberto pelo plano de disaster recovery, como falhas nos equipamentos e na rede, interrupção de serviços públicos, vandalismo e erro humano.

ERP

Trata-se de mais um sistema de gestão integrada para uso por empresas de todo porte. Sigla para Enterprise Resource Planning, o ERP permite o gerenciamento daquelas atividades diárias indispensáveis à administração da empresa. Faturamento, contabilidade, compras, fluxo de caixa, gestão de pessoal e estoque são algumas das funções controladas com o auxílio de um software ERP.

Um dos maiores benefícios dessa ferramenta é a integração de informações, que ajuda a eliminar redundâncias e reduzir erros e inconsistências ao permitir o gerenciamento centralizado dos recursos da organização.

Firewall

Relacionado à segurança da informação, o firewall é uma ferramenta que atua como verdadeiro filtro de conexões, analisando as tentativas de entrada e saída de informação pela rede de comunicação. Resumindo: é um dispositivo de controle de acesso, que ajuda na proteção de dados sigilosos, por exemplo.

Um firewall funciona com base em regras definidas pelo administrador do sistema. Assim, é possível configurá-lo para bloquear ou permitir conexões de acordo com diversas características. Pode estar disponível em forma de software, muito comum em computadores pessoais, ou hardware, com equipamentos dedicados para a proteção das informações corporativas.

HTML

Hypertext Markup Language: HTML é uma linguagem de marcação usada para criar páginas web. Nos primórdios da internet, quando os sites exibiam basicamente texto e algumas imagens, essa era a linguagem exclusiva. Com o tempo e a evolução da tecnologia, a linguagem se modernizou, incorporando diversos recursos. A versão mais recente, conhecida por HTML5, é usada em conjunto com outras linguagens e ferramentas na produção de sites.

Com esse recurso é possível, por exemplo, informar ao navegador que uma parte do texto deve ser exibida em negrito. Para tanto, basta usar as marcações <b> e </b> delimitando a porção que se pretende destacar — <b> texto que deve ficar em negrito </b>. Ao encontrar essa marcação, o navegador lê a instrução, elimina as tags e exibe o texto corretamente formatado.

IaaS e SaaS

Via de regra, quando falamos em plataformas de cloud computing, estamos nos referindo a serviços. Isso quer dizer que a empresa contrata serviços na nuvem, recursos necessários ao atendimento de suas necessidades. IaaS e SaaS: esses 2 termos dizem respeito justamente a serviços fornecidos por provedores de cloud. Estamos tratando de Infrastructure as a Service e Software as a Service.

No primeiro caso, em vez de adquirir equipamentos, a empresa contrata capacidade de hardware — armazenamento, processamento, memória e assim por diante. Tudo isso está em um local diverso de suas instalações físicas. De forma análoga, o objeto da contratação no SaaS é o uso de software. Nesse caso, não é preciso se preocupar com licenças ou atualizações.

IoT

A Internet of Things ou Internet das Coisas é uma das principais inovações tecnológicas dos últimos tempos. Consiste basicamente na conexão de objetos com a internet, permitindo que sejam coletadas informações e fornecidos serviços de maneira personalizada. Os dispositivos de IoT conseguem se conectar à rede e a outros dispositivos de forma automática, sem intervenção humana.

Exemplos comuns da aplicação dessa tecnologia são pulseiras fitness, câmeras e outros objetos vestíveis, como óculos inteligentes. Para as empresas, é um mercado que pode proporcionar diversos benefícios ao permitir a integração de soluções para atendimento a demandas de ponta a ponta.

Mainframe

Por mais que algumas empresas insistam no uso do recurso, esse é um termo que vem caindo em desuso. Quando o uso de TI começou a se popularizar, era comum que os datacenters reunissem informações e serviços em torno de um ou mais grandes computadores — os mainframes.

Dotados de capacidade de armazenamento e processamento inalcançáveis de outra forma, os mainframes eram equipamentos caros, porém essenciais. Além do custo de aquisição e do espaço físico exigido, a manutenção não era tarefa simples. A chegada da computação em nuvem fez seu uso perder sentido. Afinal, hoje é possível usufruir dos mesmos serviços gastando menos e rendendo mais, por meio de soluções sob medida!

Ransomware

Ameaças cada vez mais comuns, os ataques de ransomware têm espalhado pânico em algumas empresas. Como exemplo mais recente, temos a ação perpetrada pela praga virtual conhecida como WannaCry, que causou prejuízo a diversas organizações ao redor do mundo em 2017.

Em inglês, ransom significa resgate. Na prática, essa ameaça criptografa e bloqueia o acesso aos arquivos do computador infectado, exigindo o pagamento de um valor para liberação. Se o resgate não é pago, as informações são excluídas de forma definitiva.

Inicialmente voltados para usuários domésticos, os ransomwares acabaram vendo nas empresas um bom filão a explorar. Para não correr esse risco, a dica é manter sistemas de antivírus sempre atualizados, enquanto paralelamente educa os colaboradores a respeito das ameaças envolvendo a segurança das informações.

SCM

Supply Chain Management ou gestão da cadeia de suprimentos está no campo da logística. Seu objetivo é promover a interação de vários processos para gerar vantagens competitivas e diferenciais de mercado em relação aos produtos que comercializam. Quando falamos em Tecnologia da Informação, SCM é também o software que permite o gerenciamento e o controle integrado das informações.

SGBD ou DBMS

É fato: as informações são ativos de valor inestimável para as organizações modernas. Não por acaso, as aplicações de Big Data e IOT têm se destacado, proporcionando vantagens que simplesmente não podem ser desprezadas. Naturalmente, esses dados precisam ser guardados em estruturas que permitam recuperação e acesso rápidos e eficientes. Esse é o papel dos Sistemas Gerenciadores de Bancos de Dados (SGBD) ou, em inglês, Database Management Systems (DBMS).

Com recursos que incluem linguagem para recuperação e manipulação de dados, além de dispositivos para garantir a segurança e a integridade das informações, essa ferramenta é essencial para pessoas e organizações. Ao acessar um site ou o cadastro de clientes, por exemplo, o usuário está fazendo uso de um SGBD, sabia? Os mais conhecidos são o MySQL, muito usado em sites, e os robustos Oracle e SQL Server.

SLA

Ao contratar a prestação de serviços de tecnologia, é imprescindível que exista um acordo entre as partes para garantir perfeito entendimento sobre os termos do contrato, assegurando que a entrega seja compatível com o que foi prometido. Essa garantia é obtida pela aplicação do Service Level Agreement (SLA), que estipula as responsabilidades das partes, bem como sanções para o não cumprimento de obrigações relacionadas.

Uma aplicação típica de SLA é relacionada à disponibilidade dos serviços. Imagine que o fornecedor de uma plataforma cloud garante que o acesso às informações estará disponível em 99,99% do tempo durante determinado período. Mais que isso, a promessa é de que, em caso de indisponibilidade ou qualquer impossibilidade de acesso, os problemas serão sanados em no máximo 4 horas a partir da notificação. Ciente disso, é possível cobrar.

UX

User eXperience é o termo genérico usado para designar aspectos de interação entre o ser humano e a tecnologia. Os estudos relativos à UX tentam entender como funcionam as respostas e percepções das pessoas quando fazem uso de sistemas computacionais. A ideia é criar produtos e serviços que proporcionem uma experiência agradável e produtiva, incentivando o usuário a consumir e divulgar. Trata-se, portanto, de criar aplicações que sejam fáceis e prazerosas de usar.

VPN

Basicamente, uma VPN é uma conexão entre computadores (ou outros dispositivos) que permite acesso somente a usuários credenciados. Virtual Private Network ou rede virtual privada: o nome já dá uma ótima ideia sobre seu funcionamento. Na prática, uma VPN oculta informações sobre a navegação usando recursos de criptografia. Com isso, é possível usar uma rede pública para comunicação entre dispositivos, mantendo os princípios de segurança e confidencialidade das informações.

Com o uso de uma Virtual Private Network, um colaborador pode acessar informações armazenadas nos computadores da empresa a partir de qualquer lugar, dando andamento a suas tarefas em tempo real, mas sem para isso abrir mão da segurança dos dados.

Como você pôde ver, apresentamos neste post especial um glossário de TI com significados e aplicações dos principais termos usados na área. Deu para perceber também como muitos dos itens listados possuem relação entre si, certo? E essa interligação não aconteceu por acaso!

Uma vez que este material foi pensado justamente para ajudar os gestores a entender os conceitos mais relevantes da área tecnológica, boa parte dos verbetes escolhidos é associada às aplicações de TI no mundo corporativo. A intenção foi de elaborar um material de consulta que não só pode como deve estar sempre à mão para pesquisas sempre que surgirem dúvidas a respeito do significado de determinada expressão ou conceito.

Para fechar com chave de ouro, se você gostou do nosso glossário, que tal aproveitar para seguir nossos perfis nas redes sociais? Assim você se mantém sempre atualizado! Estamos no Facebook, no Twitter, no LinkedIn e no Google+, além do YouTube. Acompanhe as novidades do nosso blog em sua plataforma preferida!

Sobre o autor

SONDA

A SONDA, maior companhia latino-americana de soluções e serviços de tecnologia, atua em 10 países com mais de 22 mil colaboradores e 5 mil clientes ativos. Em parceria com seus clientes, a SONDA acredita que com o uso de soluções tecnológicas é possível transformar seus negócios, permitindo conquistar eficiência e vantagem competitiva. Entendemos do seu negócio e sabemos fazer acontecer, contando com uma equipe altamente capacitada. Para mais informações, acesse www.sonda.com/br.