Gestão de Negócios

Governança corporativa: saiba como a equipe de TI pode ajudar

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Escrito por SONDA

As empresas modernas precisam investir constantemente na criação de políticas que facilitem a otimização de processos internos e o alinhamento das rotinas com os padrões do mercado. Aí é que entram as estratégias de governança corporativa, dando ao negócio mais competitividade e capacidade de criar novas oportunidades de negócio, sempre em busca de elevar a qualidade oferecida.

Nesse cenário, a governança de TI se integra às políticas de governança corporativa para garantir que a infraestrutura seja mantida com alta performance e segurança máxima. Quer saber como exatamente esse processo se dá? Então fique de olho!

No que consiste a governança de TI?

A governança de TI está focada principalmente na criação de uma estrutura de diretrizes, normas e rotinas que permitam a melhoria da infraestrutura de Tecnologia da Informação do negócio, bem como a criação de um ambiente de trabalho alinhado com altos padrões de qualidade.

Ela se volta para o desenvolvimento de processos com maior controle, monitorados constantemente em busca de mais segurança e performance. Cada atividade é alinhada com os padrões do mercado, gerando valor para os serviços de TI.

A governança de TI engloba 5 bases muito bem definidas, que são:

1. Alinhamento de metas e objetivos

Os processos gerais do negócio e as rotinas específicas do setor de TI devem se alinhar para que os profissionais consigam atuar com performance acima da média, mesmo em momentos de alta demanda.

Nesse contexto, tanto as atividades de técnicos como os padrões de funcionamento de servidores são moldados de acordo com as características de cada área, gerando um ambiente de trabalho integrado, de acordo com as estratégias da empresa.

2. Entrega de valor

A governança de TI assegura que o setor de tecnologia será o mais eficiente possível, gerando inovação e agregando valor para os serviços do negócio.

3. Gestão de riscos

Por meio da governança de TI, a companhia cria mecanismos para avaliar os riscos envolvidos em todas as suas atividades. Dados para avaliar como cada equipamento ou software pode impactar a produtividade do negócio serão regularmente levantados.

Dessa forma, o gestor consegue construir uma base sólida para definir as estratégias certas e, assim, reduzir o impacto causado por falhas bem como diminuir o tempo de resposta a uma série de ocorrências.

4. Administração dos recursos existentes

Um dos papéis da governança de TI é contribuir para a constante gestão de todos os recursos digitais do negócio. Isso inclui processos de manutenção preventiva e otimização de toda a infraestrutura, sempre de acordo com a demanda interna.

5. Monitoramento do desempenho da infraestrutura

Uma boa política de governança de TI inclui o uso de indicadores de performance e a adoção de ferramentas para mensurar, em tempo real, o desempenho de toda a infraestrutura de rede, de softwares a equipamentos computacionais.

Isso permite que eventuais falhas operacionais, brechas de segurança e gargalos internos sejam rapidamente rastreados, viabilizando a implementação de correções precisas, que gerem um melhor uso dos recursos a médio e longo prazos.

De que forma se diferencia da governança corporativa?

A governança corporativa pode ser vista como um sistema interno que dá aos profissionais as diretrizes necessárias para que gerenciem adequadamente suas rotinas, administrem setores inteiros e monitorem o progresso de uma série de atividades. Com isso, os serviços do negócio ganham valor agregado, o que automaticamente gera mais competitividade para o empreendimento.

A longo prazo, a implementação de uma política de governança administrativa serve como porta de entrada para novos negócios e aumento da inovação interna. Nesse cenário, a empresa conseguirá definir estratégias mais ousadas e atender a prazos com mais facilidade. Já o tempo de resposta a demandas do mercado será reduzido.

Basicamente, a governança corporativa se integra à governança de TI formando um conjunto de processos que torna o negócio mais transparente e eficaz. Com o armazenamento de informações em meios digitais e os processos internos ganhando mais credibilidade, a empresa consegue atuar sem maiores entraves em mercados com legislação forte.

Como ajuda a atingir melhores resultados?

Quando bem implementada, a governança de TI desempenha um papel estratégico para que o negócio consiga atingir bons resultados, tornando-se mais competitivo. Continue acompanhando para conhecer os principais impactos causados por ela!

Otimização da estratégia de compliance

As políticas de compliance têm papel de destaque em empresas que atuam em mercados regulados ou que buscam um ambiente de maior transparência. Mas atenção: para que essa estratégia atinja seu objetivo, é crucial que o negócio inclua todas as áreas internas em sua abordagem — incluindo, claro, o setor de TI.

Entra aí a governança de TI, que dá a base para que gestores usem métricas, métodos de controle e monitoramento para tornar o ambiente de trabalho mais seguro, transparente e eficaz. Com isso, é possível modificar as políticas de gestão de acordo com normas do mercado sem grandes dificuldades.

Garantia de alinhamento com a legislação

Por meio da governança de TI, a empresa tem as bases para alinhar suas estratégias de atuação em meios digitais, tudo de acordo com a legislação do mercado. Sabia, por exemplo, que leis como o Marco Civil da Internet e mercados como a União Europeia possuem artigos para regular a maneira como companhias lidam com dados de terceiros?

Nesse sentido, a governança de TI se torna uma parceira estratégica. Com ela, o gestor consegue definir mecanismos de controle mais eficazes, que evitam o vazamento de dados e dão mais segurança e privacidade para usuários e parceiros comerciais.

Criação de novas soluções

A governança de TI também possui um papel importante para a melhoria da infraestrutura. Com o auxílio das estratégias de monitoramento certas, o gestor pode avaliar a melhor forma de otimizar serviços digitais e dispositivos internos. Assim, será possível moldar a infraestrutura para que tenha sempre um desempenho impecável.

Flexibilidade para fluxos de trabalho

O mercado atual demanda uma grande flexibilidade por parte das empresas. Em busca de maior competitividade, muitas companhias vêm adotando rotinas de trabalho inovadoras, como a Bring Your Own Device (BYOD), bem como flexibilizando suas políticas ao permitir que os profissionais atuem em regimes de home office, por exemplo.

Para evitar que esse novo cenário aumente as vulnerabilidades na infraestrutura de TI, o gestor deve criar uma política de segurança digital mais eficiente e abrangente.

Nesse sentido, a governança de TI tem papel-chave, orientando o uso de equipamentos de controle, soluções de criptografia e mecanismos de segurança ideais para que nenhuma informação interna seja indevidamente exposta a terceiros.

Agora que você já entende como a equipe de TI pode ajudar na governança corporativa, que tal compartilhar este post em suas redes sociais e ajudar seus colegas?

 

Sobre o autor

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