Tecnologia da Informação

Internet das Coisas: integração de soluções para atendimento de ponta a ponta

Escrito por SONDA

Os últimos anos foram marcados por verdadeiras revoluções tecnológicas. No espaço de uma década, fomos de computadores lentos, que acessavam a web em baixa velocidade, para uma realidade em que ferramentas de cloud computing podem ser gerenciadas diretamente dos nossos smartphones. Até o acesso a dados sobre nosso dia a dia foi expandido com a miniaturização de sensores e diversas novidades tecnológicas.

Tais mudanças simplificaram o trabalho de muitos profissionais, tornando sua rotina móvel e integrada. Mas você sabia que parte disso se deve à Internet das Coisas? Essa tendência une cloud computing, sensores, internet sem fio de alta velocidade e até mesmo Big Data para alavancar a eficiência de uma série de serviços. Quer saber sobre o tema? Então veja no nosso post de hoje tudo o que você precisa saber sobre a Internet das Coisas e seu impacto no meio empresarial!

Conceituação

A Internet das Coisas pode ser definida como uma categoria de gadgets conectados capazes de capturar, enviar, receber e processar informações. E essas informações podem vir tanto do ambiente ao seu redor como apenas de outros dispositivos.

Esse é o caso, por exemplo, de termostatos que regulam a temperatura do ambiente de acordo com determinados horários ou levando em conta o número de pessoas em um cômodo. Também há cafeteiras que recebem comandos via telefone, assim como lâmpadas inteligentes que se conectam à web e a apps mobile, bem como câmeras que usam dados de sites (como o Facebook) para reconhecer rostos.

Grande parte dos dispositivos da Internet das Coisas possuem APIs para se comunicar tanto entre si como com outras soluções. Alguns, por exemplo, podem ser conectados à plataforma de automação via web IFTTT (sigla para If This Then That), de forma que o gadget consiga efetuar ações a partir de triggers — como a chegada de uma pessoa em sua casa ou comandos enviados on-line.

Impacto

No ambiente empresarial, os gadgets da Internet das Coisas se destacam por serem aplicáveis a várias situações — seja para reduzir custos, criar vantagens competitivas ou otimizar serviços.

Temperatura

Termômetros inteligentes, por exemplo, podem ser usados para diminuir gastos com refrigeração de ambientes. Nesse caso, o ajuste pode ser feito à medida em que o número de pessoas em um local muda ou seguindo regras específicas definidas pelo negócio. Assim, a temperatura é automaticamente alterada, não abrindo brechas para desajustes onerosos.

Saúde

No universo das empresas de saúde, por exemplo, os gadgets vestíveis têm se mostrado bastante úteis. É o caso dos smartwatches, que registram o sono de pacientes, suas atividades, as alterações de batimentos cardíacos ao longo do dia e outros fatores. Analisando esses dados, o médico pode fazer um acompanhamento mais preciso e eficaz da sua saúde, agindo preventivamente. O impacto em tratamentos médicos é enorme, gerando uma taxa de sucesso significativamente maior.

Seguro

O mesmo vale para empresas de seguros. As proteções relacionadas à saúde podem ter novas abordagens, dando descontos para pacientes que possuem uma vida mais saudável. Já os planos para automóveis podem ter seu valor definido de acordo com os dados coletados por sensores no veículo, beneficiando motoristas cuidadosos.

Público

O Big Data pode entrar em cena para que a empresa obtenha insights a partir dos registros levantados pelas ferramentas da Internet das Coisas. Avaliando informações de vários sensores, o negócio consegue identificar como seu público-alvo se comporta dentro de uma loja. Coletados em tempo real, esses registros facilitam a otimização das estratégias corporativas. Assim, da organização dos produtos à definição de promoções, tudo será feito com foco preciso no consumidor.

Segurança

Na prática, muitas empresas têm evitado a Internet das Coisas por temerem que tais dispositivos possam representar um problema de segurança para o negócio a médio e longo prazos. Realmente, são muitas as soluções de TI que, se mal implementadas, podem abrir as portas para malwares e outros ataques. Diante disso, é essencial adotar uma estratégia que foque em manter o ambiente de TI robusto e eficaz.

Ao investir na Internet das Coisas para o ambiente empresarial, portanto, o ideal é que o negócio reveja suas políticas de segurança e seus controles de acesso. Redes sem fio específicas para os dispositivos podem ser criadas, garantindo que seu comprometimento não será capaz de expor outras partes da infraestrutura de TI. Além disso, senhas e IPs padrões podem ser modificados, tornando o acesso mais complexo e, assim, mais seguro.

Outro ponto de atenção diz respeito aos alertas de segurança e updates. A empresa deve se manter em contato constante com o fabricante do dispositivo, obtendo acesso rápido a informações sobre vulnerabilidades e atualizações de firmware. Consequentemente, a empresa garante que seus gadgets estarão sempre funcionando da forma mais confiável possível.

No caso do uso de soluções de Big Data para avaliar informações sobre a Internet das Coisas, o empreendimento deve criar políticas de gestão de dados — caso elas não existam. Essa estratégia inclui o desenvolvimento de rotinas de backup e controle de acesso, que, juntas, podem reduzir as chances de remoção ou captura de informações por terceiros.

Vale destacar também que toda a infraestrutura deve ser constantemente monitorada. Não tem segredo: o gestor deve se manter atento à entrada e à saída de dados por canais considerados de baixa segurança, aqueles que podem ser interceptados rapidamente. Dessa forma, as chances de uma informação ser exposta é significativamente reduzida.

Integração

Para que o investimento na Internet das Coisas tenha o sucesso desejado, a empresa não só deve reforçar sua segurança como também integrar ferramentas de software e hardware. Isso aumentará a performance de aplicativos e, ao mesmo tempo, as chances de o gadget se tornar um fator de destaque na infraestrutura de TI.

Sistemas de cloud computing e a conexão de rede devem estar preparados para receber o fluxo de informações vindo de cada dispositivo. Além disso, a rotina de uso deve aproveitar os registros e o ganho de eficiência para gerar competitividade. Como consequência, o negócio terá uma capacidade maior para atingir novos mercados e alcançar metas mais ousadas.

Com todos os sistemas e dispositivos atuando em conjunto, a infraestrutura de TI pode ser direcionada de acordo com as necessidades da empresa. Nesse sentido, vale destacar que a integração de ferramentas de TI também é importante nos sistemas de gestão. Saiba mais sobre esse tema no nosso blog!

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Sobre o autor

SONDA

A SONDA, maior companhia latino-americana de soluções e serviços de tecnologia, atua em 10 países com mais de 22 mil colaboradores e 5 mil clientes ativos. Em parceria com seus clientes, a SONDA acredita que com o uso de soluções tecnológicas é possível transformar seus negócios, permitindo conquistar eficiência e vantagem competitiva. Entendemos do seu negócio e sabemos fazer acontecer, contando com uma equipe altamente capacitada. Para mais informações, acesse www.sonda.com/br.

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