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8 passos para uma mitigação de riscos eficiente em TI

Escrito por SONDA

As rotinas de mitigação de riscos estão ganhando uma importância cada vez maior no ambiente corporativo. Pense bem: como a infraestrutura de TI está integrada a vários setores, falhas nos equipamentos ou nos sistemas podem acabar causando um impacto significativo nos processos e nos lucros do negócio. Com isso em mente, os gestores devem se manter atentos à necessidade de planejar tais processos com foco nas metas, na situação e no perfil de cada área do empreendimento.

Quer saber como tudo isso pode ser feito? Então confira a partir de agora os 8 passos fundamentais para tornar sua rotina de mitigação de riscos mais eficaz!

1. Investir em sistemas de qualidade

A verdade é que a mitigação de riscos não deve se basear apenas nas rotinas para otimizar a infraestrutura existente. O ideal é que a estratégia também inclua o investimento em novas soluções, mais eficazes e inovadoras.

Trabalhe para que a aquisição de sistemas seja feita com foco no retorno que a nova ferramenta pode gerar a médio e longo prazos para o empreendimento. Nesse sentido, deve-se avaliar o perfil do negócio, seus objetivos e suas necessidades, adquirindo assim ativos com um melhor custo-benefício e que apresentam menos problemas.

2. Alinhar objetivos do setor com outras áreas

Toda política de gestão de TI se torna mais eficaz quando os objetivos do setor estão alinhados com o restante do negócio. Seja no caso da realização de investimentos, com a estratégia aumentando o retorno financeiro a médio e longo prazos, ou na mitigação de riscos, o setor de TI deve estar atento à necessidade de reavaliar continuamente seus processos.

Adotando essa postura, o setor pode direcionar seus processos de análise de acordo com o perfil de cada área, tornando o rastreamento de problemas mais preciso e com um impacto elevado. Afinal, assim todas as atividades passam a se voltar para os problemas enfrentados pelos colaboradores diariamente!

3. Definir métricas e indicadores estratégicos

Muitas empresas usam métricas e indicadores de desempenho para avaliar sua capacidade de fechar negócios, a performance dos seus profissionais e a agilidade de seus equipamentos. E a boa notícia é que essa estratégia gera um grande impacto nos processos de mitigação de riscos, uma vez que tais ferramentas de gestão contribuem para a busca de falhas e vulnerabilidades com alta precisão.

O segredo está em criar indicadores de acordo com o perfil do negócio. Avalie como cada equipamento funciona e quais são suas funções mais requisitadas, por exemplo. Dessa maneira, você pode identificar gargalos rapidamente, ao mesmo tempo em que mensura o impacto das medidas tomadas.

4. Dar feedbacks e divulgar resultados

Assim como é importante medir os resultados das políticas internas, a divulgação dos resultados também deve ser vista como um processo estratégico. Assim, sempre que dados de indicadores, métricas e KPIs empregados nas políticas de mitigação de riscos forem levantados, o gestor deve repassá-los aos profissionais responsáveis pelas rotinas avaliadas.

Vale ressaltar que essa atividade deve ser acompanhada de um processo de feedback contínuo. Para tanto, gestor e técnico devem avaliar formas de melhorar o trabalho prestado, além de reconhecer eventuais erros. Assim, não só as abordagens diárias serão otimizadas, mas toda a equipe terá um engajamento maior em sua rotina.

5. Apostar na proatividade

No setor de TI, a proatividade está entre os principais fatores que interferem na qualidade dos processos de gestão e manutenção da infraestrutura. Nas rotinas de manutenção, por exemplo, ser proativo diminui o impacto de problemas que ocorrem com frequência, uma vez que essas atividades dão um foco elevado para equipamentos com maiores chances de falhas.

No que se refere às políticas mitigação de riscos, a estratégia deve ser semelhante. Desenvolva uma abordagem que busque implementar controles robustos sobre a infraestrutura, um padrão moderno de segurança digital e processos que possam garantir a continuidade dos serviços digitais em caso de falhas.

6. Reavaliar as políticas de mitigação de riscos

É fato: a infraestrutura de TI está em constante mudança. Nesse cenário, o gestor deve se manter atento à necessidade de atualizar seus processos regularmente. Assim que novos serviços ou equipamentos forem integrados ao fluxo operacional do negócio, portanto, é essencial avaliar se a política de mitigação de riscos consegue cobrir tais soluções de forma eficaz. Caso contrário, modifique-a, incluindo processos que possam ser usados por técnicos e profissionais de suporte para eliminar falhas rapidamente.

Além disso, treine todas as equipes para que os novos procedimentos fiquem alinhados em todo o setor. Dessa forma, torna-se possível reduzir ainda mais o impacto das falhas que eventualmente ocorrerem.

7. Identificar os ativos

Nenhuma política de mitigação de riscos em TI é realmente eficaz se a empresa não conhece sua infraestrutura. Lembre-se, então, que sua eficiência está diretamente ligada à capacidade do gestor em avaliar como equipamentos e sistemas interferem nas rotinas do negócio, assim como em identificar os ativos que podem causar um impacto maior no dia a dia do empreendimento.

Diante disso, avalie continuamente o real estado de cada equipamento. Trabalhe com todo o time para analisar como os sistemas são capazes de impactar as rotinas do negócio, identificando suas principais características e seu potencial de uso. Nesse cenário, o empreendimento terá uma capacidade elevada de mitigar os riscos corretos.

8. Documentar processos

É simplesmente impossível melhorar a política de TI se a empresa não conhece como ela foi planejada, as suas bases e os seus impactos de médio e longo prazos. E a documentação de rotinas é a melhor forma para atingir tal objetivo. Esse é um processo simples, que pode ser aplicado não só para as rotinas de mitigação de riscos, mas também para processos de suporte ao usuário, manutenção de equipamentos e migração de sistemas.

A documentação envolve o registro do planejamento das rotinas, das métricas usadas, dos problemas enfrentados e de como cada abordagem impactou os resultados do empreendimento. A longo prazo, essa estratégia permite que o gestor reavalie continuamente suas rotinas, consequentemente melhorando a política de mitigação de riscos.

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Sobre o autor

SONDA

A SONDA, maior companhia latino-americana de soluções e serviços de tecnologia, atua em 10 países com mais de 22 mil colaboradores e 5 mil clientes ativos. Em parceria com seus clientes, a SONDA acredita que com o uso de soluções tecnológicas é possível transformar seus negócios, permitindo conquistar eficiência e vantagem competitiva. Entendemos do seu negócio e sabemos fazer acontecer, contando com uma equipe altamente capacitada. Para mais informações, acesse www.sonda.com/br.

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