Tecnologia da Informação

Os 7 motivos para a transformação digital impactar no ritmo da inovação

Escrito por SONDA

Ao contrário do que muitos ainda podem pensar, a transformação digital não é apenas uma tendência passageira, mas uma realidade efetiva no cenário corporativo. Afinal, que empresário ou gestor nunca ouviu falar em Big Data, cloud computing e mobile? O fato é que a chegada de novas tecnologias exige inovação nos modelos tradicionais de gestão para garantir mais eficiência, produtividade e competitividade nas organizações. Não por acaso, o estudo FutureScape IDC, divulgado no ano passado, revelou que a maioria dos CEOs entrevistados pretende investir em estratégias de transformação digital em 2016.

O detalhe é que, para as empresas conseguirem embarcar com sucesso na transformação digital, precisam investir em inovação, integração e incorporação de novas tecnologias dentro da TI. Quer saber mais sobre o assunto? Então confira a seguir 7 dos principais motivos por que a transformação digital e as novas tecnologias impactam no ritmo da inovação e no planejamento dos gestores!

Fortalecimento da Internet das Coisas

Para os próximos anos, a tendência é que haja um fortalecimento da Internet das Coisas (IoT) na cultura das organizações. Isso quer dizer que, com a integração cada vez maior entre dispositivos conectados, data centers e internet, as empresas terão que ultrapassar a etapa da coleta e armazenagem de dados para finalmente investir no uso estratégico desses dados.

A ideia é aproveitar o grande volume de informações produzido diariamente por computadores, smartphones, meios de transporte e até mesmo eletrodomésticos conectados à nuvem, direcionando esses dados para proporcionar uma tomada de decisões mais estratégica. E isso impactará diretamente a relação das empresas com os consumidores.

Agilidade na organização de TI

Os modelos tradicionais de gestão podem levar muito mais tempo para entregar soluções e serviços adequados aos clientes. Eles ainda não são velozes o suficiente para acompanhar as diversas transformações do mercado.

Com o tempo, as empresas devem ser capazes de agregar mais agilidade à organização de TI, automatizando processos, eliminando erros operacionais, reduzindo custos e ganhando nos quesitos produtividade e eficiência. A verdade é que o investimento na transformação digital na área de TI pode trazer muito mais valor e competitividade a seus negócios.

Demanda por arquitetura estratégica

Mas não se engane: não é só de mudanças rápidas que se faz o caminho para a transformação digital. Na prática, a transformação digital exigirá das empresas um investimento em arquitetura estratégica com foco voltado para a segurança digital.

E tem mais: segundo aquele estudo da IDC sobre o qual falamos lá na introdução, 60% das tentativas de transformação digital nas empresas não conseguirão escalabilidade por falta de arquitetura estratégica. É preciso, portanto, investir no desenvolvimento de uma abordagem coordenada para a implementação de novas tecnologias dentro das empresas, simplificando processos e agilizando a organização de TI.

Popularização das realidades virtual e aumentada

Mesmo que pareça história de ficção científica, as tecnologias de realidade virtual (RV) e realidade aumentada (RA) já são bem conhecidas no ambiente empresarial. E a novidade é que, em breve, serão popularizadas também para uso doméstico. Dispositivos como os famosos óculos virtuais permitem que o usuário tenha uma experiência de imersão quase completa, interagindo com objetos digitais ou visitando lugares que estão a quilômetros de distância.

Já imaginou o que essas tecnologias têm a oferecer para seus negócios? Pense bem: em um futuro próximo, é bastante provável que as empresas tenham que investir em novas abordagens para acompanhar as tendências de RV e RA, estreitando as relações com os clientes.

Incorporação de estratégias de crowdsourcing

Se você ainda não sabe, explicamos: o crowdsourcing é um modelo de produção que usa conhecimento e mão de obra coletivos para desenvolver soluções e produtos melhores. Na prática, funciona assim: uma empresa divulga seu problema na nuvem de produção (crowd) e estabelece um preço. Na sequência, as pessoas e corporações integrantes da nuvem, sejam elas experientes ou não, sugerem melhorias ou entregam soluções prontas, cabendo à empresa escolher a melhor opção.

O modelo de criação mais usado pelas empresas atualmente é o outsourcing, terceirização estratégica de atividades que não fazem parte do core business da empresa. Mas esse cenário aparentemente vai mudar nos próximos anos, pois a tendência é que os negócios incorporem cada vez mais estratégias de crowdsourcing, fomentando uma cultura empresarial mais colaborativa.

Participação essencial dos blockchains

As transações eletrônicas entraram com tudo no cotidiano das empresas e dos consumidores. E para garantir a conformidade e a segurança desses processos, o blockchain é peça fundamental. Blockchain (ou cadeia de blocos) é uma tecnologia que faz o registro público de todas as transações feitas via Bitcoin, famosa moeda eletrônica P2P. Em outras palavras: o blockchain é um banco de dados que registra as transações eletrônicas e participa de sua validação.

Segundo um estudo do World Economic Forum, cerca de 10% do PIB global estarão em blockchain até o ano de 2027. Tudo aponta, portanto, para que, com o fortalecimento da transformação digital, as empresas migrem cada vez mais para serviços para nuvem, alcançando processos 100% digitais.

Interação virtual e mobilidade

Na era da informação, com a popularização dos dispositivos móveis e o número cada vez maior de pessoas conectadas à internet diariamente, perdem competitividade as empresas que não se articulam com as novas mídias — especialmente as redes sociais. Por isso, é preciso aprender a aproveitar o mais rapidamente possível essas novas abordagens e os canais de comunicação com os consumidores, desenvolvendo estratégias de marketing mais precisas e estreitando o relacionamento com os clientes on-line.

E a transformação digital contribui significativamente para alcançar esses objetivos, com ferramentas voltadas à análise da experiência do consumidor e de suas reais necessidades. Além disso, é indispensável que os processos de produção e o fluxo de trabalho das equipes passem a considerar as redes sociais, as possibilidades de compartilhamento e as ferramentas de criação colaborativa oferecidas pela internet.

Nesse sentido, algumas das principais opções são as soluções de cloud computing, os softwares como serviços (SaaS), as ferramentas de Big Data, os softwares de edição colaborativa, os sistemas de nuvens pública, privada e híbrida, entre outras possibilidades.

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Sobre o autor

SONDA

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