Gestão de Negócios

Planejamento estratégico: 6 passos para elaborar de forma eficiente

Escrito por SONDA

O planejamento estratégico faz parte, cada vez mais, dos fatores de sucesso de grandes organizações. Ao pensar antecipadamente os rumos do negócio, de maneira abrangente, as altas direções das empresas conseguem melhorar a gestão e construir vantagens competitivas.

Embora o planejamento estratégico seja bastante difundido no meio corporativo, ainda existem organizações que deixam a desejar na elaboração de planos e, assim, não obtêm os benefícios desse instrumento. Pelo contrário, em muitos casos o material desenvolvido cumpre apenas uma formalidade ou é revisto diversas vezes, antes de serem alcançados os objetivos propostos.

Veja, em seguida, 6 boas práticas para criar um planejamento estratégico eficiente!

1. Visão clara do futuro

O planejamento estratégico é um instrumento de gestão que serve para se pensar com antecedência a atuação de uma organização no longo prazo. A elaboração de um plano, nesse caso, conta com a participação da alta direção da empresa, afinal, cabe a ela decidir os rumos do negócio.

Nesse sentido, a definição clara de uma visão de futuro compreende o estágio que a organização pretende alcançar em determinado período. Sem saber exatamente para onde quer ir, a empresa pode ficar perdida no mercado ou caminhar em círculos. Tal postura favorece as vulnerabilidades no mercado e a perda de vantagens competitivas.

Quando a empresa sabe qual destino quer percorrer, todo o planejamento estratégico fica moldado a esse caminho. Dessa forma, aumentam-se as chances de êxito nos propósitos definidos, uma vez que a organização fica focada na trilha que pretende fazer.

2. Análise de cenários

Na hora de realizar o planejamento estratégico, as empresas podem utilizar diferentes metodologias. Por exemplo, há aquelas que primeiro querem definir objetivos, para só depois traçarem estratégias propriamente ditas, a partir dos propósitos internos.

Por outro lado, algumas organizações optam inicialmente por um diagnóstico das realidades em que estão inseridas, para, só então, estabelecerem objetivos. Nesse caso, uma das ferramentas mais utilizadas para análise de cenário é a matriz SWOT.

Com ela, a organização pode mensurar forças e fraquezas do ambiente interno, além de identificar oportunidades e ameaças do contexto externo. Para que essa análise de fato retrate a realidade, é imprescindível que haja uma coleta rigorosa de dados, por exemplo, por meio de sistemas ERP e CRM.

A vantagem de contar com o auxílio da tecnologia nessa importante etapa do planejamento estratégico é a considerável redução da margem de erro nas tomadas de decisão. Com um diagnóstico preciso da situação em que se encontra, a empresa poderá traçar um caminho possível de ser concretizado. Assim, ela diminui custos baseados nas tentativas e erros, além de acelerar o desenvolvimento do negócio.

3. Definição de objetivos e metas

Uma etapa essencial do planejamento de longo prazo, que visa à produção de um plano institucional, é a elaboração de objetivos e metas. Nesse momento, a empresa estipula propósitos qualitativos (objetivos) e quantitativos (metas).

O benefício de estabelecer esses alvos após a realização de um diagnóstico preciso é a construção de propostas realistas de conquista. Afinal, de que adianta ter uma meta ousada demais, praticamente impossível de ser cumprida, se não há condições verdadeiras de alcance, concorda?

É claro que a organização também não pode estipular objetivos muito fáceis de serem conquistados, já que tal atitude não seria um desafio e não engajaria os colaboradores suficientemente para gerar vantagens competitivas para o negócio.

4. Criação de diferentes estratégias

Uma vez definidos objetivos e metas, a empresa deve buscar estratégias para executar ações que levem ao alcance desses propósitos. Em certa medida, essas táticas funcionam como espécies de pontes, que conduzem a organização de um estágio atual para um almejado.

Da mesma forma que um estrategista militar ou um técnico de futebol, o gestor da empresa deve ter cartas na manga, para tomar decisões conforme o cenário em que se encontra. Nesse sentido, é importante ter planos A, B, C etc. de ação. Dessa maneira, caso uma iniciativa não saia de acordo com o esperado, o negócio pode tomar rumos alternativos e, ainda assim, ter resultados positivos.

Como não podia ser diferente, é indispensável que haja uma forte conexão entre planejamento estratégico, visão de futuro, objetivos e metas, e táticas de execução. Por exemplo, se uma empresa busca automatizar processos e ampliar a presença digital, seria estranho e pouco eficiente se ela investisse em procedimentos analógicos ou, simplesmente, ficasse estagnada.

5. Alinhamento aos planos tático e operacional

Numa espécie de pirâmide, o planejamento estratégico fica no topo, a cargo da alta direção, enquanto os planejamentos tático e operacional se encontram, respectivamente, no meio (gerência) e na base (produção).

Além disso, o plano estratégico se encarrega da posição da empresa no longo prazo, enquanto o tático e o operacional pensam no médio e no curto prazo, nessa ordem. Como uma organização é um sistema complexo, para que objetivos e metas sejam realmente alcançados, é essencial que haja um profundo alinhamento entre os três níveis de planejamento.

Para que todos da empresa estejam focados nos mesmos propósitos, é necessário que exista uma comunicação interna e externa eficiente. Nesse contexto, se o colaborador do chão de fábrica não sabe dos rumos que a organização quer seguir, é provável que ele não se empenhe da maneira mais adequada às necessidades do negócio.

Da mesma forma, se a gerência não está a par dos objetivos do planejamento estratégico, será difícil executar as táticas e chegar aos resultados esperados pela alta direção. Por isso, a interação entre os três níveis da empresa deve ser permanente.

6. Meios de avaliação do planejamento estratégico

Na busca por processos modernos de gestão e para se igualarem aos concorrentes, muitas organizações elaboram e até executam um planejamento estratégico. Contudo, algumas delas não possuem meios eficientes para medir se as táticas utilizadas deram ou não certo. Com isso, há pouca ou nenhuma documentação de resultados e, consequentemente, a construção de planos posteriores fica comprometida.

Para não correr o risco de navegar à deriva, a empresa deve possuir ferramentas capazes de captar, armazenar e processar dados, de modo a mensurar as atividades desenvolvidas. Dessa forma, é possível fazer eventuais correções enquanto se executa uma ação ou, ainda, ter subsídios para a elaboração dos planos seguintes. Assim, a empresa passa a ter uma memória institucional, além de poder identificar a própria evolução no mercado em que atua.

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Sobre o autor

SONDA

A SONDA, maior companhia latino-americana de soluções e serviços de tecnologia, atua em 10 países com mais de 22 mil colaboradores e 5 mil clientes ativos. Em parceria com seus clientes, a SONDA acredita que com o uso de soluções tecnológicas é possível transformar seus negócios, permitindo conquistar eficiência e vantagem competitiva. Entendemos do seu negócio e sabemos fazer acontecer, contando com uma equipe altamente capacitada. Para mais informações, acesse www.sonda.com/br.

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