Gestão de Negócios

5 cuidados essenciais no processo de virtualização de servidores

Escrito por SONDA

O processo de virtualização de servidores em ambientes de computação na nuvem tem sido adotado por várias empresas como forma de reduzir custos, maximizar a mobilidade operacional e eliminar gargalos internos. Essa estratégia também gera ganhos de escalabilidade e mobilidade operacional, permitindo que a empresa atenda a um número maior de demandas de mercado com agilidade e segurança.

Por tudo isso e muito mais, o investimento na área deve ser acompanhado de uma série de cuidados que, quando corretamente executados, evitam erros, facilitam a integração dos servidores virtualizados no ambiente corporativo e ainda reduzem o prazo para que profissionais se adaptem ao novo ambiente de trabalho.

Quer saber quais são os passos para investir em servidores virtualizados na nuvem com segurança e maximizar seu retorno financeiro? Então confira as dicas que preparamos!

1. Escolha a nuvem ideal para sua empresa

A escolha do tipo de infraestrutura de cloud computing que será usado para hospedar os servidores virtuais é ponto-chave ao investir nessa solução. Afinal, a maneira como a plataforma de computação na nuvem está estruturada influencia diretamente no modo como os serviços são utilizados.

Ao mesmo tempo, isso também causa impactos em custos operacionais e até mesmo no nível de controle que o gestor de TI tem sobre os serviços. Existem hoje 3 tipos de infraestrutura de computação na nuvemque podem ser implementados para o uso de ferramentas de TI. Conheça essas possibilidades!

A nuvem pública

Esse é o modelo de uso de cloud computing mais tradicional do mercado. Na nuvem pública, a empresa compartilha o acesso à infraestrutura com todos os outros usuários. Simultaneamente, os custos de uso e de manutenção também são rateados entre todos.

Isso é um dos principais fatores que permitiu a esse modelo se tornar popular. Afinal, com os gastos compartilhados, os custos de manutenção de uma ferramenta na nuvem pública são menores. Mas atenção: precisamos ressaltar que, nesse caso, a empresa tem um controle menor sobre a maneira como a infraestrutura é gerenciada.

A nuvem privada

A nuvem privada é um modelo de cloud computing em que uma única empresa mantém e usa a infraestrutura. Nesse caso, a companhia tem total controle sobre seus serviços de TI e como eles são planejados. Ao mesmo tempo, os custos de manutenção e a troca de equipamentos também ficam restritos ao negócio.

Por isso, a nuvem privada acaba se tornando um investimento que exige mais recursos financeiros do empreendimento. Como contrapartida positiva, o negócio pode definir todas as regras de controle, de uso e compartilhamento de arquivos, levando em conta suas demandas específicas.

A nuvem híbrida

Como o próprio nome já dá a entender, a nuvem híbrida é um modelo em que o negócio mescla uma infraestrutura privada e pública. Por meio desse modelo, busca-se maximizar os ganhos operacionais, melhorar a flexibilidade e, claro, usufruir dos benefícios dos outros 2 modelos de cloud computing.

Na nuvem híbrida, o negócio tem o máximo de flexibilidade para definir como vai organizar seus recursos, aquelas informações de alto valor podem ser mantidas em um ambiente sigiloso e os serviços que incluem dados compartilhados com parceiros estratégicos podem ser alocados na nuvem pública a qualquer momento.

2. Mapeie riscos para saber como agir

Pode acreditar: por mais que seja um processo bem simples, o mapeamento de riscos pode evitar uma série de transtornos para o negócio. Melhor então não pular esse passo! Para começar, identifique os fatores que impactam negativamente o uso da nuvem durante o processo de virtualização de servidores. Ao mesmo tempo, crie medidas para mitigar esses problemas rapidamente.

Com uma política de riscos bem estruturada, a empresa pode investir em novas soluções de TI com tranquilidade, uma vez que, se algo acontecer, os profissionais saberão atuar de forma ágil para eliminar o problema e manter tudo em operação.

3. Divida o processo em etapas estratégicas

A implementação de uma nova solução de TI pode ser um processo bem complexo. Especialmente quando há o envolvimento de muitos profissionais e setores, não é nada difícil que surjam dificuldades para gerenciar prazos e lidar com problemas. Por essas e outras, é fundamental contar com um bom planejamento.

Defina etapas precisas e faça o agendamento de rotinas com os líderes de cada setor. Faça reuniões periódicas para acompanhamento dos processos, com prazos definidos. Realize um processo de simulação das atividades necessárias para a migração dos sistemas para a Nuvem.

4. Treine os profissionais de TI

O treinamento dos profissionais de TI é crucial para evitar problemas, viabilizando que o processo de virtualização de servidores na nuvem seja feito no menor tempo possível. Com isso, o empreendimento consegue não só evitar prejuízos, mas obter o retorno sobre seu investimento rapidamente.

Treine o time de TI para que consiga instruir profissionais de outras áreas a usar os novos serviços. Elabore também uma documentação ampla, a fim de evitar que qualquer pessoa do time de suporte tenha dificuldades para encontrar as rotinas de troubleshooting para os problemas mais comuns e uma documentação simplificada, disponível para consulta do usuário final.

É importante, ainda, instruir os profissionais de TI sobre os processos de gestão e manutenção. Afinal de contas, assim como as rotinas de segurança de dados, essas políticas evitam que falhas interfiram no uso das soluções, melhorando a experiência como um todo.

5. Conte com o apoio de um parceiro estratégico

Para que o processo de virtualização de servidores na nuvem seja feito da melhor forma possível, um bom plano é contar com a ajuda de um parceiro estratégico. Com o auxílio de um serviço de outsourcing de TIou de uma consultoria de empresas Cloud Broker, sua empresa consegue se manter aderente aos prazos, evitar prejuízos, escolher uma solução adequada a suas necessidades e evitar falhas.

A empresa contratada faz uma avaliação sobre os serviços existentes e o perfil do negócio. Com um time de especialistas envolvido no processo, buscará por uma ferramenta que seja adequada às necessidades do negócio.

Seguindo a mesma lógica, a migração é otimizada com um planejamento eficaz e preciso. Com o auxílio de métricas adequadas, a empresa consegue avaliar rapidamente o impacto das medidas tomadas. Assim, o retorno sobre o investimento é maximizado e a implementação da nova solução é feita da melhor forma possível.

E você, por acaso já investiu no processo de virtualização de servidores? Compartilhe este post em suas redes sociais e comente dividindo sua experiência!

Sobre o autor

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