Tecnologia da Informação

Sistema na nuvem x local: entenda os prós e contras

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Escrito por SONDA

A computação na nuvem é vista cada vez mais como um investimento estratégico. Segundo a IDC, até 2020 o investimento na área deve triplicar, chegando a US$ 43,6 bilhões.

Já a consultoria Gartner prevê um crescimento anual de 36% apenas na contratação de soluções de Infraestrutura como Serviço (IaaS, ou Infrastructure as a Service, em inglês). Junto com as soluções de software como serviço (SaaS, ou Software as a Service, em inglês), isso pode representar uma nova realidade para o mundo corporativo.

Mas um sistema na nuvem é mesmo mais eficaz do que os sistemas locais? O que diferencia os dois tipos de investimento? Confira a resposta para essas perguntas no nosso post de hoje!

Principais vantagens e desvantagens dos sistemas locais

Os sistemas locais são aqueles que não dependem de uma conexão web para serem executados. Todas as rotinas (armazenamento de dados, processamento de comandos e visualização de informações) são feitas diretamente na infraestrutura disponível para o usuário.

Em geral, a maioria das aplicações utilizadas no ambiente corporativo são desse tipo. A sua principal vantagem é o fato de não precisarem de uma conexão web para serem funcionais. Como consequência, as atividades do usuário podem ser executadas mesmo em locais remotos.

Por outro lado, aplicações locais estão mais sujeitas a problemas causados por vulnerabilidades nos sistemas do usuário. Se uma máquina estiver infectada, um malware pode comprometer as políticas de segurança da ferramenta para capturar ou modificar informações privadas. Isso não ocorre em aplicações de cloud computing, uma vez que o processamento dos comandos é feito em um data center.

A maioria dos sistemas locais possuem licenças permanentes, ao contrário dos modelos de cloud computing, em que o investimento é feito por meio de assinaturas. Dessa forma, a companhia pagará pelo acesso a uma versão do software apenas uma única vez, tornando os custos a longo prazo mais previsíveis. Por outro lado, a migração para novas versões exigirá a aquisição de uma nova licença.

Além disso, os sistemas locais fornecem um alto controle ao gestor. Do processo de instalação a criação de rotinas de segurança digital, a companhia poderá avaliar a melhor forma de manter a sua ferramenta de acordo com o seu perfil. Se por um lado isso ampliará parte dos custos com a implementação, esse fator também pode ser crucial para empreendimentos que trabalham com dados sensíveis.

Principais vantagens e desvantagens do sistema na nuvem

Os sistemas na nuvem são aqueles que não são executados localmente, mas sim em uma plataforma de cloud computing. Esse modelo de contratação ganhou força nos últimos anos, com a popularização da computação em nuvem e o uso de dispositivos móveis no ambiente corporativo para acessar recursos e sistemas profissionais.

Ao contrário dos modelos tradicionais de contratação utilizados por sistemas locais, na nuvem o pagamento pelo acesso aos recursos é feito sob demanda. Conforme o número de usuários ou funções é modificado, o valor da assinatura paga para a prestadora de serviços será modificado automaticamente.

O acesso a atualizações é feito automaticamente. Isso não ocorre no modelo tradicional, em que a companhia fica limitada apenas a versão do sistema que foi licenciada.

Além disso, para utilizar sistemas na nuvem a companhia deverá ter uma conexão estável e contínua com a internet. Mas, em alguns casos, há a possibilidade de armazenar alguns dados e executar funções localmente, diminuindo o impacto causado por uma eventual queda nos recursos de rede.

Afinal, qual é a melhor opção?

O uso da computação na nuvem tem sido propagado por vários especialistas como a solução para os problemas tradicionais do ambiente corporativo. A nuvem tornou-se uma das melhores alternativas para negócios que buscam uma forma inovadora de licenciar os seus serviços de TI e maximizar a sua performance, principalmente quando tais ferramentas são comparadas com os sistemas locais.

Um dos fatores que diferenciam os sistemas na nuvem das ferramentas locais é a sua disponibilidade. Por padrão, essas soluções podem acessadas em qualquer ponto com uma conexão web ativa.

Nas soluções locais, isso só é possível por meio de VPNs ou a criação de uma interface web. Isso pode encarecer a manutenção do sistema e tornar mais complexa a criação de rotinas operacionais com alta mobilidade.

A segurança de dados também é um fator que diferencia ambos os tipos de soluções. No caso das ferramentas locais, caberá ao gestor de TI configurar todo o ambiente computacional, definindo as políticas de controle de acesso e impedindo que vulnerabilidades em outros sistemas interfiram na privacidade do usuário.

Como consequência, as rotinas de segurança digital tornam-se mais complexas. Sempre que uma nova brecha de segurança for detectada, a companhia deverá avaliar se as falhas não afetaram os serviços de TI de todo o negócio.

Já nas ferramentas executadas em ambientes de computação na nuvem, grande parte dessas rotinas são de responsabilidade do prestador de serviços. A configuração de controles de acesso ao data center, execução de políticas de backup e monitoramento da infraestrutura é feita por especialistas da área.

Consequentemente, o tempo gasto para solucionar problemas de segurança pelo time de TI interno torna-se menor. A empresa poderá direcionar recursos para outras atividades críticas, como a criação de regras de controle e definição de políticas de usuários personalizadas.

O sistema na nuvem também é mais fácil de ser instalado e configurado do que aplicações locais. Bastam alguns cliques para que gestores possam disponibilizar novos recursos aos usuários. Além disso, enquanto a assinatura estiver ativa, o negócio contará com a última versão disponível para uso.

Por fim, ambas as soluções diferenciam-se pelos modelos de negócio utilizados para a sua contratação. No caso dos aplicativos locais, o pagamento é feito uma única vez, por todo o sistema. Já no caso da nuvem, em que os preços tendem a ser menores, a companhia pagará sob demanda (e os custos de manutenção são divididos entre todos os usuários).

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Sobre o autor

SONDA

A SONDA, maior companhia latino-americana de soluções e serviços de tecnologia, atua em 10 países com mais de 22 mil colaboradores e 5 mil clientes ativos. Em parceria com seus clientes, a SONDA acredita que com o uso de soluções tecnológicas é possível transformar seus negócios, permitindo conquistar eficiência e vantagem competitiva. Entendemos do seu negócio e sabemos fazer acontecer, contando com uma equipe altamente capacitada. Para mais informações, acesse www.sonda.com/br.

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