Tecnologia da Informação

TI estratégica: entenda a importância de ir além do operacional

Escrito por SONDA

Independentemente da área de atuação, quem quer manter a continuidade dos negócios precisa não apenas compreender, mas praticar o mantra da TI estratégica: pregar o valor da Tecnologia da Informação para concretizar os objetivos corporativos. Com a transformação digital pela qual o mercado vem passando, a área de tecnologia nas empresas deixou de ser apenas uma ferramenta funcional, passando a ser um dos principais componentes responsáveis pelo crescimento da empresa.

Neste post, discutiremos a relevância da presença estratégica da TI nas organizações, levando em consideração a competitividade do mercado atual, o ritmo acelerado das mudanças e o crescente aumento nas exigências dos clientes. A maneira como a tecnologia molda as empresas atuais é notória, um caminho sem volta. Dentro de muito pouco tempo, é bem provável que testemunhemos a extinção dos modelos de gestão empresarial praticados há décadas, tudo graças à repetição do mantra da TI. Atualmente, portanto, é inconcebível aceitar outro formato que não seja esse.

Pronto para descobrir o poder de uma gestão inteligente, apoiada em uma TI estratégica? Então acompanhe agora mesmo os próximos tópicos!

A atuação da TI estratégica

De meras ferramentas para resolução de problemas pontuais a setores que abrangem decisões críticas da gestão de negócios: essa é a nova realidade da TI nas organizações. E os motivos para essa revolução são muitos! A TI estratégica agrega qualidade aos produtos e serviços desenvolvidos, ajuda a conquistar novos mercados, contribui para o encantamento do cliente, traz inovação aos processos e às entregas, além de suportar de forma inquestionável as tomadas de decisões.

O detalhe é que todo esse potencial precisa ser adequado à realidade de cada empresa, o que significa que os recursos e poderes da tecnologia devem se alinhar com as necessidades das corporações. Pense bem: é pouco provável que haja retorno expressivo nas operações se os investimentos forem superiores às demandas e não estiverem de acordo com o momento que a empresa vive. Daí a importância da sintonia entre o planejamento estratégico corporativo e o planejamento estratégico de TI.

Esse alinhamento viabiliza ações proativas do setor, de forma que seu potencial possa permear por toda a instituição, trazendo e aproveitando oportunidades para melhorar cada cenário. Sabendo disso, fica mais fácil manter a TI em sinergia com as demais áreas que movem o negócio, tirando melhor proveito do seu poder.

A dependência que os processos empresariais têm da Tecnologia da Informação é irrefutável. Por isso, é essencial estruturar caminhos para que haja fluidez nas interveniências e para que recursos tecnológicos sejam explorados de forma positiva, em prol dos interesses corporativos. Com os planejamentos corporativo e de TI caminhando juntos, a realidade da empresa começa a mudar — para melhor. Veja só:

  • A TI deixa de ser um centro de custo e se torna um fator de vantagem competitiva;
  • Os recursos passam a ser melhor direcionados para uma gestão efetiva;
  • O estabelecimento de arquiteturas e políticas de tecnologia asseguram padrões que reduzem riscos e custos, bem como promovem o reaproveitamento de recursos;
  • O ambiente informacional que favorece a geração de estratégias corporativas é consolidado.

Como a TI se torna pavimento entre os caminhos de todos os setores, passa a ser aproveitada para formar uma visão sistêmica da organização, de seus sistemas e processos. Com isso, tem-se em mãos um diagnóstico empresarial que facilita a identificação de gargalos, pontos de atenção, erros recorrentes, retrabalhos, sombreamentos e outras falhas. Também podem ser visualizadas oportunidades de melhoria, tarefas que podem ser automatizadas, fases dispensáveis e fluxos passíveis de simplificação.

Essa capacidade da TI é uma riqueza que definitivamente precisa ser explorada, devendo sempre constar no quadrante de forças internas das análises gerenciais — como a matriz SWOT. Apenas com a internalização (até mesmo cultural) do setor de Tecnologia da Informação é que a empresa poderá tirar total proveito do valor investido nele.

Com uma boa estruturação e o devido alinhamento com as demandas da empresa, fica muito mais fácil reconhecer oportunidades futuras, preparar-se para possíveis ameaças e identificar pontos de atenção. Isso é possível porque o setor de TI faz muito mais que apenas alocar recursos de hardware e software para permitir que os outros departamentos funcionem. Na verdade, a TI dá subsídios para que tudo funcione de forma orgânica e alinhada com os maiores interesses da organização.

Nesse contexto, um combo poderoso pode ser formado pela gestão da informação impulsionada por adventos tecnológicos. Como o tema é de extrema relevância na era digital, merece um tópico específico. Falaremos sobre isso mais para frente, ok?

A mudança do escopo operacional

A constante evolução do cenário empresarial impossibilitou que a divergência entre os setores operacionais e estratégicos se prolongasse por muito tempo. Pode reparar: nas empresas bem-sucedidas não existe mais uma categorização negativa entre um e outro, ambos trabalhando juntos em prol de um objetivo em comum. Com essa página virada, o discurso e a prática hoje convergem para a certeza de que, sem a TI, o negócio não se mantém, não evoluiu e não conquista novos nichos, distanciando-se da perenidade.

Governar um setor de TI não envolve apenas se preocupar com o que a gestão estratégica trará para a empresa, mas também entender as necessidades de todos os setores como um todo, buscando soluções capazes de aperfeiçoar os processos da corporação.

Nesse sentido, preocupar-se com questões mais operacionais, como o dimensionamento dos servidores, o balanceamento das redes ou a segurança da informação, continua sendo papel da TI, mas tais procedimentos passam a fazer parte de algo maior. Essas necessidades devem ser supridas não para constar que a TI cumpriu seu dever, mas sim para viabilizar que as intenções de negócio efetivamente se concretizem.

Não é o caso, portanto, de dizer que a TI não cuidará mais de processos operacionais. Na prática, ela apenas fará parte de um plano maior, com tudo interligado e em constante evolução, deixando de ser uma simples ferramenta.

É importante reforçar que as atividades cotidianas da TI agora precisam se voltar para o fornecimento de condições para o negócio conseguir prosperar. Isso envolve a racionalização de processos e a automatização de etapas, bem como equipamentos com capacidade para o crescimento da demanda, controle de riscos, aumento da qualidade, minimização de falhas, inteligência para análise de dados e, especialmente, informações gerenciais para uma tomada de decisão estratégica.

Além disso, a TI precisa manter um olho em sua própria área, enquanto o outro foca nos demais departamentos que compõem a empresa. Para isso, os profissionais de TI precisam se aproximar, de forma definitiva, dos gestores do negócio. As barreiras entre os departamentos têm que ser rompidas e uma parceria deve ser estabelecida, de forma que a visão não fique limitada a partes isoladas, mas enxergue a organização como um todo. Só assim é que a TI consegue aliar operacional e estratégico, com foco na união de forças e não em sua discriminação isoladamente. Nesse combinado de características, a área se torna capaz de:

  • Suportar as operações da organização;
  • Apoiar as estratégias empresariais;
  • Aumentar a capacidade corporativa de prever problemas;
  • Fazer parte das estratégias do negócio, inclusive as relacionadas a produtos, serviços, clientes, fornecedores e parceiros.

A atuação holística é a base para um posicionamento estratégico da área de TI. Na prática, o que se espera de uma TI estratégica é dinamismo e proatividade, com respostas rápidas e preditivas às necessidades do negócio. Trocando em miúdos: se há necessidade de desenvolvimento ou aquisição de softwares para a gestão de áreas internas, o setor de tecnologia deverá se voltar não apenas para os requisitos, as funcionalidades e a arquitetura, mas também para os padrões adequados para a realidade da empresa.

É essa mentalidade que garantirá a implementação de soluções não só para cumprir a demanda de um departamento, mas para agregar valor às rotinas do demandante. A partir daí, ele poderá dar sua parcela de contribuição para o aumento dos resultados organizacionais. Na TI estratégica, portanto, operacional e estratégico não devem medir forças. Muito pelo contrário, ambas as partes devem ser encaradas como um mesmo processo, só que em estágios diferentes. Afinal de contas, aquilo que foi idealizado tende a se tornar palpável à medida em que as etapas vão se sucedendo.

O processo de tomada de decisão

O principal motivo do reposicionamento da TI dentro das organizações envolve a necessidade de se tomar decisões precisas e ágeis. Com a evolução das soluções tecnológicas, especialmente as de coleta e de tratamento de dados, percebeu-se que a análise dessas informações é a mina de ouro da era digital, a principal forma de capturar o valor do setor. E esse potencial tem sido impulsionado por inovações voltadas para o tratamento de volumes expressivos de dados, dispersos em diversos canais e em formas variadas — estruturados, como tabelas e não estruturados, como voz e imagem.

É o caso do Big Data, da computação cognitiva e do Data Driven, cada um com características próprias, mas todos com o mesmo propósito: transformar dados em insumos altamente valorosos para a tomada de decisão estratégica. Essas soluções coletam cada pegada deixada pelos atores envolvidos no negócio, armazena séries históricas, compara e combina informações, além de apresentar, de forma simples e intuitiva, demonstrações gerenciais que contribuem para os futuros direcionamentos na organização.

Nesse cenário, a Tecnologia da Informação ajuda ao reunir soluções e funcionalidades que fazem toda diferença na gestão de um negócio. Veja algumas delas:

  • Coleta e análise de dados em mídias sociais para compreender o comportamento e a percepção do cliente, bem como para avaliar como a marca é referenciada pelos públicos de interesse em redes sociais, blogs e portais colaborativos. Esses são recursos típicos de ferramentas de web analytics.
  • Gerenciamento do cliente com acompanhamento da sua jornada de consumo, entendimento das suas necessidades e prospecção de formas para surpreendê-lo, encantá-lo e fidelizá-lo. Isso forma a essência das ferramentas de Customer Relationship Management (CRM).
  • Integração de informações e fluidez na comunicação entre departamentos e colaboradores, bem como entre a empresa e seus clientes e fornecedores. Essa é a base das soluções de Enterprise Resource Planning (ERP).
  • Monitoramento de informações de mercado, permitindo uma atuação respaldada pela chamada inteligência competitiva ou inteligência de mercado, com elementos para benchmarking junto à concorrência. Essa dinâmica é promovida pelos instrumentos de Business Intelligence (BI).
  • Mapeamento e racionalização de processos, automatizando etapas padronizáveis e reduzindo erros e tempo de execução. É esse o mote de workflows de processos.
  • Otimização do contato com o cliente, com respostas rápidas e personalizadas para cada perfil. Esse é o intuito das ferramentas de computação cognitiva, como assistentes e chats virtuais.

Lembrando que essa lista é apenas exemplificativa, não esgotando o rol de aplicações da Tecnologia da Informação em favor da gestão empresarial. Agora vamos para alguns dos principais benefícios trazidos pela TI quando seu papel estratégico é incorporado à empresa?

  • Proporciona a inovação de produtos e serviços a partir do acompanhamento de tendências e novidades no mercado;
  • Contribui para a estratégia competitiva ao fornecer insumos para diferenciar produtos e serviços, otimizar o relacionamento com o cliente, reduzir o tempo de respostas e aumentar a qualidade das entregas;
  • Integra sistemas e bases corporativas;
  • Internaliza informações externas e as conjuga com dados gerados pelo negócio;
  • Promove a melhoria de modelos organizacionais e da alocação de recursos;
  • Digitaliza processos, moldando-os para a filosofia que hoje impera no mercado;
  • Entrega a quem precisa, em tempo real, as informações necessárias para se pensar na mudança de rumos, norteando o futuro da empresa;
  • Aproveita as potencialidades de tendências como cloud computing, Internet das Coisas (IoT), digital first, predictive analytics, Bring Your Own Device (BYOD), inteligência artificial e machine learning.

É importante ressaltar a distinção do potencial da tomada de decisões às escuras, baseado em pouca (ou mesmo nenhuma) informação e a que é embasada em pesquisas conclusivas, extraídas de dados reais. Enquanto o primeiro processo tem menos chances de trazer bons resultados, o segundo tem se mostrado muito mais efetivo para a inteligência da corporação.

De qualquer forma, independentemente do viés (se é operacional, tático ou estratégico), o valor da Tecnologia da Informação está no fato de agregar elementos virtuosos: qualidade, efetividade, produtividade, rentabilidade, inovação e competitividade.

A importância da TI estratégica

As mudanças que o meio empresarial vem sofrendo nos últimos anos são tão significativas que não seria exagero chamá-las de uma verdadeira revolução. Há inclusive quem diga que estamos passando por uma 4ª revolução industrial, sustentada pelos pilares da internet e do universo digital em todos os setores da sociedade e da economia. Por isso, as empresas que querem se manter no mercado de maneira competitiva e expansiva devem saber que sofrem os reflexos dessa revolução o tempo todo.

Na prática, o conservadorismo já levou grandes companhias à falência. Por isso, é preciso ser inteligente e mudar as políticas de gestão no mesmo ritmo de evolução das tecnologias. Lembrando que atuar com inteligência é sinônimo de usar corretamente o conhecimento do negócio, do mercado e dos clientes. A adoção de ferramentas e técnicas evoluídas para gerir a empresa e manter os processos a todo vapor também faz parte do cotidiano de quem procura se manter a par das tendências.

Antes, os ideais comuns de toda empresa se resumiam a oferecer produtos de qualidade, praticar um bom atendimento ao cliente, ter preços atrativos, cumprir prazos, ter uma boa reputação no mercado e fidelizar o público. Por mais que tudo isso se mantenha com a nova realidade trazida pela revolução digital, outros itens entraram para a lista de desejos corporativos: agilidade, eficiência, inovação, boa reputação junto à audiência nas mídias sociais e oferta de uma boa experiência ao cliente.

Tudo isso passa por decisões estratégicas, por planejamentos e definição de ações que precisam ser constantemente revisados e adequados para dar conta do dinamismo do mercado e dos interesses do público-alvo. E esse contexto não deixa dúvidas de que, hoje, a TI é o negócio. Sem ela, não há recursos humanos, metodologias ou processos que sejam suficientes para suprir as necessidades da empresa e atender aos anseios dos clientes.

Em linhas gerais, ao se postular os mandamentos de uma TI estratégica, as seguintes questões devem ser levadas em consideração:

  1. Compreensão do peso e do papel da TI no ecossistema empresarial;
  2. Posicionamento adequado da arquitetura da TI em relação à arquitetura de informações corporativas, considerando as vertentes estratégica, tática e operacional;
  3. Autogovernança, autoconhecimento, noção da cadeia de valor e das expectativas em torno da TI;
  4. Adoção de melhores práticas e busca de aprimoramento por meio de certificações de mercado para melhor tangibilizar a atuação;
  5. Internalização do valor da TI na cultura organizacional;
  6. Transparência acima de tudo, com compartilhamento de informações entre áreas e gestores;
  7. Escalabilidade para as soluções que dão suporte ao negócio;
  8. Gerenciamento de capacidade e disponibilidade, com vistas à continuidade dos negócios e à rápida recuperação em caso de desastres;
  9. Equilíbrio entre as entregas rotineiras e a prospecção de inovações;
  10. Gestão com base em modelos preditivos, ampliando o tempo hábil para respostas a riscos;
  11. Proximidade das áreas em relação aos clientes, mantendo canais sempre abertos, redes de relacionamento fortes e uma cultura colaborativa firme;
  12. Eficiência operacional, permitindo que a empresa faça mais com menos e consiga racionalizar custos na realização de tarefas, eliminando ferramentas individuais que não conversam entre si;
  13. Aplicação do marketing também à Tecnologia da Informação, mostrando seu valor, demonstrando o retorno no investimento realizado, vendendo seus benefícios, conquistando parceiros internos e criando um terreno favorável para atuação.

Devemos destacar que a forma de administrar a TI também vem mudando drasticamente. Antes, as empresas investiam a maior parte do seu orçamento para o setor de TI em infraestrutura, consumíveis e materiais de uso operacional — como computadores e acessórios de rede. Atualmente, porém, a maioria das corporações terceiriza esses insumos.

E essa terceirização contempla toda a parte de infraestrutura (data center com servidores de alta capacidade de armazenamento e processamento, bem como compartilhamento de redes), de aplicações (sistemas são disponibilizados para as empresas clientes em plataformas digitais, sem a necessidade de instalação em máquinas da empresa) e da gestão da TI (políticas e ferramentas de segurança da informação, atualização de versões, redistribuição de capacidade de equipamentos para expansão ou retração, conforme a demanda do cliente, além de backup de dados).

Nesse sentido, acaba surgindo um esforço maior por parte das empresas com o objetivo de encontrar parceiros para personalizar o pacote de soluções, buscando viabilizar a TI estratégica esperada. Isso acontece porque o controle sobre tudo o que acontece no parque tecnológico, nos departamentos e no negócio como um todo é uma tarefa extremamente difícil e onerosa. Esse tipo de acompanhamento desvia a atenção de gestores da parte central do negócio, do que realmente interessa. No fim das contas, fica caro para a organização deixar profissionais de ponta e com alta capacidade estratégica focados em simplesmente apagar incêndios operacionais.

Por tudo isso, tem sido cada vez mais comum providenciar um redesenho da área de governança de TI contemplando o outsourcing para a externalização das tarefas críticas de baixo valor agregado. Com isso, custos são reduzidos e o tempo do gestor é otimizado, permitindo que se volte a necessidades mais estratégicas.

Como você pôde ver, a transformação é constante e as empresas precisam se adaptar a elas o tempo todo. E sem inteligência de negócio, cumprir essa missão é praticamente impossível. Sem contar com uma TI estratégica, a empresa pode até nadar por anos no mercado, mas não vai prosperar. Já os negócios que compreendem que simplesmente não vingarão sem uma TI estratégica estão, de fato, acompanhando as necessidades do novo mundo e se mantendo competitivos diante de todas essas mudanças. E é esse caminho que você deve seguir!

Entenda: o futuro pertence aos empreendimentos que assimilarem o valor das informações e conseguirem inseri-las em seu DNA. Com uma TI estratégica correndo nas veias, gestores alcançam suas metas, os lucros aumentam, os clientes não só ficam satisfeitos como se tornam fiéis e os negócios prosperam, marcando um lugar permanente no mercado. Bem melhor percorrer esse trajeto, certo?

Para fechar com chave de ouro, lembramos da recente publicação de um outro post que reforça a ideia da importância da gestão em TI, sem dissociar o papel operacional do estratégico. Aprofunde seus conhecimentos sobre o assunto e consolide sua opinião sobre essa abordagem aceitando nosso convite para mais essa leitura!

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Sobre o autor

SONDA

A SONDA, maior companhia latino-americana de soluções e serviços de tecnologia, atua em 10 países com mais de 22 mil colaboradores e 5 mil clientes ativos. Em parceria com seus clientes, a SONDA acredita que com o uso de soluções tecnológicas é possível transformar seus negócios, permitindo conquistar eficiência e vantagem competitiva. Entendemos do seu negócio e sabemos fazer acontecer, contando com uma equipe altamente capacitada. Para mais informações, acesse www.sonda.com/br.